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Faz da tua vida a tua inspiração!

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

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Vivenciamos aquilo em que acreditamos!

15.05.21, Marta Leal

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“A minha avó sempre me disse que para cada panela existe uma tampa. Que é como quem diz que, mais tarde ou mais cedo, havemos de encontrar a pessoa amada ou a pessoa que nos serve. Cresci com essa crença e acredito que, de facto, se estivermos atentos e nos permitirmos, podemos encontrar a nossa tampa ou, se preferirem, a nossa panela.
 
O que ninguém me disse foi que primeiro precisava de me conhecer, saber quem sou. Quais são os meus pontos fortes e quais os meus pontos mais fracos. O que ninguém me disse foi que primeiro, tenho que olhar para mim, para depois poder olhar para o outro.
 
Acreditei desde cedo no amor. Mas não no amor comum que via à minha volta. E quando falo de amor comum, falo do namoro, casamento, ter filhos, educar os filhos e envelhecer juntos mesmo que não dirijam a palavra um ao outro. Nunca acreditei num amor onde dois estranhos convivem em prole daquilo que para eles é uma família. São feitos de tudo, menos de amor. São feitos de deveres sociais ou hábitos de uma comunidade que assim o exige, mas muitos deles não são amor.
 
Sempre acreditei no amor que se sente à distância, no amor que está num olhar e num gesto. Hoje, não consigo culpar ninguém. Durante muito tempo, culpei a tia Ginja e o tio César e todas as histórias que me contavam sobre o amor deles. Culpei um amor que vivi de perto e que transformei em modelo. Culpei as histórias de príncipes e princesas que terminavam num delicioso “viviam felizes para sempre”. Somos aquilo que vivemos de perto. Transformamo-nos nos que nos rodeiam e acreditamos piamente que tudo é assim. Somos a realidade que vivemos e, desde muito cedo, recusamos aceitar que possam existir outras. Vivemos de verdades absolutas que nos foram transmitidas e, sem refletir, defendemos essas verdades como se fossem nossas. A minha verdade absoluta era que o amor para sempre, existia.”
In organiza-te no amor
E tu, acreditas em quê? Mais tarde ou mais cedo, acabamos sempre por vivenciar aquilo em que acreditamos, sabias?

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