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Amor Próprio

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

Amor Próprio

12
Jan19

Organiza-te no Amor

Marta Leal

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#organiza-tenoamor

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

 

A poucas horas de mais uma apresentação do meu livro “organiza-te no amor” revejo-me num sonho de infância/adolescência. Passava horas a ver “murder she wrote” e a imaginar-me no papel de Jessica Fletcher que passava os dias a escrever e a viajar para divulgar os livros. Pelo caminho resolvia crimes sempre de um modo bem-disposto e intrigante.  Hoje sei que foi esta personagem que me fez acreditar que a qualquer momento podemos mudar de vida e realizar um sonho.  Hoje percebo o modelo que estou a seguir.

 

Substitui os crimes por uma história de amor. Substitui a resolução de crimes por aulas de desenvolvimento pessoal, mas a base está lá. E é tão bom quando reconhecemos que estamos a seguir um modelo e um sonho que conscientemente não nos lembrávamos sequer.  

 

Aquilo que era a realização de um sonho está a transformar-se em algo maior. Abro-vos a curiosidade com o início do livro e aproveito para agradecer toda a procura que o livro tem tido. Agradeço de coração cheio e sorriso enorme!

 

“Li algures que conhecer as pessoas é como ler um livro. Vê-se a capa e tiram-se conclusões. Aproximamo-nos daquilo com que nos identificamos e temos tendência a repelir o que à primeira vista não faz parte de nós. Estranhamos o diferente e sentimo-nos seduzidos por aquilo que mais se identifica connosco. Muitas vezes ficamo-nos pela capa enquanto franzimos o nariz num ato mais ou menos de desdém.

Quantas aventuras estaremos a perder?

Quanto histórias nos estaremos a impedir de conhecer?

Outras vezes olhamos com curiosidade e atrevemo-nos a ir muito mais além da capa. Difícil é, nos dias de hoje, chegar ao fim de um livro.

                A vida raramente é aquilo que definimos, aquilo que um dia sonhámos ou mesmo aquilo que entendemos que seja. As pessoas nem sempre são aquilo que pensamos que são, aquilo que queremos que sejam ou aquilo que entendemos que devem ser, porque, afinal, não se trata de nós, trata-se apenas delas.

                Pelo caminho temos ilusões e desilusões, sonhos desfeitos e sonhos alcançados, vitórias e derrotas, amores e desamores, risos e choros e muitas, mas mesmo muitas dúvidas e certezas. Enquanto vivemos, misturamos ingredientes, alteramos rotas, questionamos vontades e avançamos, nem sempre com a certeza de estarmos onde devemos estar e estarmos com quem queremos estar.

                Este livro é dedicado àqueles que se atrevem para lá do desconhecido. Aos que saem da sua zona de conforto e decidem ser o que querem ser. Aos que decidem amar de coração cheio e viver, porque é disso que se trata: viver!”

 

 

✔️ FB 👉 https://www.facebook.com/martalealdesenvolvimentopessoal/
✔️ Site 👉 www.martaleal.pt
✔️ Email 👉 martaleal@outlook.pt

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

17
Dez18

Obrigada

Marta Leal

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#Organiza-tenoamor

#Marta Leal

#amorpróprio

#apresentaçãodolivro

 

Se tivesse que definir o meu ano diria que tinha sido um ano de concretização e de conclusão.  E o dia 16 de dezembro de 2018 vai ficar na minha memória. E vai ficar na memória não apenas por ter sido o dia do lançamento do meu primeiro livro, mas, principalmente, por aqueles que me acompanharam nos sorrisos, na presença, nas mensagens e numa apresentação que me fez choramingar.

 

Somos mais ricos quando somamos sorrisos, amizades, presenças e gestos. Somos mais ricos quando temos a coragem de eliminar aquilo que nos faz bem e alimentar aquilo que nos enche e preenche.

 

Muito obrigada aos que estiveram comigo neste dia de corpo e alma. A minha vida nunca mais vai ser aquilo que era! Existem dias que sabemos que nos mudam para pior e existem dias que sabemos que nos vão mudar para muito melhor!

 

E agora, deixo-vos com as palavras deliciosas de quem tão bem me conhece e tão bem me apresentou.

 

Este é um dia muito feliz, porque marca o início de uma grande aventura: a aventura da Marta nos livros. Já a conhecemos pelo seu trabalho e agora estamos a conhecê-la através das letras. E é também uma aventura para os leitores, que se arriscam a andar numa montanha-russa. Ainda bem que resolveu tornar a sua escrita conhecida, porque o mundo dos livros está incomensuravelmente mais rico!

 

Portanto, Marta, hoje é um novo princípio!

 

Este dia, apesar de ser o corolário de largos anos de muito trabalho, de muita dedicação, empenho e compromisso com o que sabes fazer de melhor, que é inspirar as pessoas que a ti recorrem, e ajudá-las a evoluir, é o início de uma nova fase da tua vida.

 

Contudo eu diria outra coisa: é uma nova fase da vida de quem tiver a oportunidade de ler os teus livros. E falo no plural, livros, porque sei que este é o primeiro, sei que não é o único.

A Marta, para além de minha amiga, é como uma irmã, e só posso dizer que é um tremendo orgulho estar aqui hoje, a falar de uma profissional cujo trabalho se reflete na vida das pessoas de uma maneira excecional.

 

E porquê? Porque desconstrói o Coaching, no sentido de colocar em causa todos os dogmas da profissão, os princípios, as técnicas, que conhece como ninguém, mas que não a travam e impedem de ir mais longe – a atuação da Marta como Coach vai muito para além da técnica. E é este o seu segredo!

 

A leitura que faz das pessoas, nomeadamente dos seus clientes, e entenda-se leitura como análise sistemática, que é técnica mas também é empática, utilizando a sua inteligência emocional, é tão eficaz que lhe permite trabalhar com elas em completa sintonia – chega à essência das pessoas, muitas vezes sem que elas se apercebam.

 

Por estas razões é que a Marta é uma das melhores profissionais a nível mundial. Sem exageros, sem imodéstia. Simplesmente é!

 

A Marta propõe a desagregação, a decomposição, de todos os preconceitos e crenças, e propõe um profundo abanão na nossa estrutura de valores e princípios, em busca, sempre, da verdade. E esta verdade é aquela que dói, se necessário for. É esta verdade, sem floreados e cornucópias barrocas, sem panos quentes e sem quaisquer cedências, que nos faz crescer.

 

É esta verdade que surge no livro quando uma das personagens, o Paulo, diz que, se quer contar a sua história, só faz sentido se for com toda a verdade, questionando logo a seguir, e passo a citar: “E se me impedir que as letras saiam com medo do que vocês possam pensar, não será que me estou a impedir de ser eu mesmo?”. Isto, meus caros, é uma epifania que se aplica ao nosso comportamento, no nosso dia-a-dia.

 

É este desafio constante, o olhar para dentro de nós sem narizes empinados e sem pretensiosismos, e a assunção do que somos, sem medos, que a Marta estimula. E isto é um feito que não é para todos. Não posso deixar de referir uma das muitas mensagens que perpassa este livro: a de que somos todos iguais!

 

O Bordallo, o Saramago, o Eça, e outros ilustres, estão na tumba, com toda a certeza, a gargalhar com esta passagem magnífica: “Não existem príncipes encantados nem princesas à espera de serem salvas. Existem pessoas iguais a si. Com histórias de vida, crenças, hábitos, rotinas, saberes, medos, desejos e ideias muito próprias sobre a vida e o amor. Essas pessoas são iguais a si, logo têm odor corporal, são capazes de arrotar, defecam e até podem ressonar. Se é dos que ainda está ligado a contos de fadas aconselho-o a ver o único que não nos induziu em erro, o Shrek.” Esta vívida afirmação não deixa margem para dúvidas: a aceitação, de nós próprios e do outro, é outra das ideias-chave deste livro.

 

E que coisa maravilhosa: a técnica a ser romanceada.

 

E agora, diretamente para ti Marta:

 

Através deste livro dizes-nos que o Amor pode não esperar, não se compadece com egos, com indecisões, com hesitações e com silêncios.

 

Colocas o dedo mesmo no meio da ferida, e mostras que não podemos comprometer o nosso futuro a expensas do nosso passado.

 

Abordas a realidade sem baraço e agarras o leitor numa narrativa absorvente.

 

Espalhas uma mensagem de esperança, e estimulas o auto-conhecimento e o desenvolvimento pessoal.

 

Atiças a vontade de atingir a felicidade, e validas essa possibilidade.

 

Pões o teu Amor de mãe no que sabes fazer de melhor, que é cuidar das pessoas que te procuram, não fosses tu uma grande Mãe. E isto é validado todos os dias através dos teus filhos, que sabem muito bem a mãe que têm.

 

E, já agora, obrigado por seres minha Amiga.

 

 

É isto meus caros, termino dizendo que o trabalho da Marta liberta-nos do medo de sermos nós mesmos!”

 

Miguel Mósca

16 de Dezembro de 2018

 

Para encomendas: martaleal@outlook.pt

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Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

23
Ago18

Quando o amor nos esgota

Marta Leal

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#quandooamornosesgota

#Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

 “O amor esgotou-me” disse-me ela ainda nem sequer se tinha sentado. Vinha acelerada, nervosa, lágrimas nos olhos e gestos de quem está pouca aberta ao mundo. Falou. Falou dele e dela, falou do último ano, do que tinha corrido mal, das exigências, das cobranças, falou da responsabilidade de cada um. Culpou pouco e culpou-se menos ainda. Falou do que fez para que tudo desse certo. Falou da relação, mas falou muito pouco de amor. É quase como se não quisesse falar dele.

 

Nas suas palavras foram esquecidos a razão pela qual se apaixonou, os momentos bons, o que tinham em comum e todos os planos que tinham feito em conjunto. Foram, também, esquecidas as borboletas no estômago, as mãos a transpirar e o olhar sobre a vida de um ser apaixonado. Quando um amor termina são poucos os que agradecem o terem vivido esse amor, mas são muitos aqueles que o amaldiçoam.  Amaldiçoar um amor vivido é amaldiçoar um pedaço de ti. É renegares quem foste em determinado momento e quem se renega não avança.

 

O amor que nos esgota é aquele tipo de amor que não nos permite ser. É o que nos exige abdicar de nós a favor do bem da relação. É o que nos vai fazendo calar, ter medo de falar, contar ou mesmo partilhar. É aquele que faz com que aquela pessoa que somos vá sendo substituída por outra que achamos que devemos ser.  O amor que nos esgota vive no medo da perda enquanto o amor verdadeiro vive na plenitude do ganho.

 

O amor que nos esgota é aquele que nos suga a alma e nos faz doer o coração. É o que nos exige a essência em troca do bem-estar do outro.  O amor que nos esgota não é amor é tudo menos amor!  E quando vivemos um não amor com o outro significa que não nos amamos e nos respeitamos muito pouco. Abdicar da nossa essência pelo outro é abdicar da nossa vida. Só se esgota no amor quem não se ama de verdade, quem foge de si para se realizar no outro.

 

As pessoas só deviam dedicar-se ao amor depois de se dedicarem a si! Queres viver um amor que não te esgote? Começa por ti, começa sempre por ti!

 

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Marta Leal

Inspiração e Motivação

 

 

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