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Amor Próprio

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

Amor Próprio

02
Jan19

Mudança de atitude

Marta Leal

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#mudança

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

Finalizei o ano em grande azáfama, mas com a certeza de que foi um ano grande e em grande. Não sei se já repararam, mas existem anos que nos são mais ou menos indiferentes. Anos iguais uns aos outros que com o passar do tempo se escapam das nossas memórias. E, depois, existem aqueles anos que se prendem, para sempre, a quem somos. 2018 foi um desses anos. Um ano que primou pela surpresa, ação e concretização.

 

 Assim de repente relembro a adoção da nossa segunda cadela, a Anita. O regresso, de forma intensa, à formação presencial. Os primeiros passos num projeto onde se junta a técnica com a emoção. O reencontro com Itália, país que me encanta e me apaixona. O ter escrito e publicado o meu livro. O lançamento da linha de sacos de algodão com mensagens inspiradoras. O regresso de muitas pessoas, do meu passado, à minha vida e às minhas dinâmicas.  O ter decidido largar alguns projetos, o afastamento de algumas pessoas e a certeza de que o caminho onde quero estar é exatamente aquele onde estou.

 

Mas não são os anos que são melhores ou piores, somos nós! É o modo como nos permitimos que faz toda a diferença. É o modo como nos permitimos ou não agir, mudar, crescer, viver, sorrir, agradecer, amar, trabalhar, lutar, abraçar, beijar, aceitar e perdoar que faz toda a diferença.

 

Não esperes que com a mudança de ano venha a mudança da tua vida! Mas acredita que com a mudança de atitude podes fazer a diferença! 

 

✔️ FB 👉 https://www.facebook.com/martalealdesenvolvimentopessoal/
✔️ Site 👉 www.martaleal.pt
✔️ Email 👉 martaleal@outlook.pt

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

24
Nov17

Parte de mim!

Marta Leal

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A minha carreira tem crescido num ritmo superior ao planeado e as horas dedicadas ao coaching, à formação e ao desenvolvimento pessoal têm sido mesmo muitas. A tomada de consciência de que os objectivos foram atingidos com um ano de antecedência fez com que novos planos fossem elaborados e novos objectivos definidos. No entanto, apercebi-me que por vezes embrenhamos-nos tanto no que estamos a fazer que nos esquecemos de outras coisas que nos dão prazer. E eu não serei excepção. Tenho dedicado pouco tempo à escrita! Tenho dedicado pouco tempo à escrita fluida sem objectivo nenhum ou apenas com o objectivo de deixar que as palavras se soltem e as frases se formem. E esta, faz parte de mim. E quando não nos dedicamos ao que faz parte de nós sentimos-nos menos completos.

 

Percebi que com a desculpa do tempo vou adiando os momentos em que a imaginação se solta enquanto o cheiro de café me inebria e me faz sentir conforto. Sim. Eu também me boicoto e também utilizo as desculpas mais esfarrapadas para não fazer. Ter consciência disso faz parte da mudança. Ter consciência disso faz parte do momento entre o fazer e o não fazer.

 

Os momentos sociais também foram diminuindo ao longo do ano e foram sendo substituídos por horas de estudo, de trabalho ou de sono. As risadas, os copos e as conversas longas deram lugar a momentos mais solitários de preparação de sessões, de formações e de respostas ás dúvidas que me vão sendo colocadas. A verdade é que comecei a sentir falta das minhas pessoas e da minha escrita. Se é uma realidade que quando fazemos o que gostamos e gostamos do que fazemos o tempo para e o resto desaparece, também é verdade que o equilíbrio é importante e eu andava a precisar de equilíbrio.

 

Cá por casa percebi que o tempo passa a um ritmo alucinante e que os dias vão muito além do sucesso, dinheiro ou tudo o resto que o dinheiro possa comprar. Cá por casa percebi que o prazer e o gozo que certas coisas e certas pessoas nos dão não têm preço mesmo que isso implique diminuir a agenda ou escolher não entrar em determinado projecto.

 

Mais equilíbrio Marta Cristina, mais equilíbrio!

 

Faz da tua vida inspiração!

Coaching Inspiracional

Marta Leal

 

 

 

 

 

19
Mai17

A vida já perto dos 50!

Marta Leal

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Começar uma carreira é sempre um misto de sentimentos. Se por um lado no sentimos donos do mundo por outro existem os medos, os obstáculos que sabemos que vão existir, as opiniões dos que nos rodeiam  e as pessoas com quem nos vamos cruzar ao longo do processo. Sentimos medos mas estamos a fazer aquilo que faz parte. Que faz parte do processo que a sociedade nos diz que devemos fazer e que muitos de nós acredita ser o único caminho.

 

Se começar uma carreira por volta dos vinte é desafiante quando tomamos a decisão de mudar de carreira depois dos quarenta o caso torna-se mais complicado. Se decidimos mudar de carreira porque fomos despedidos a coisa ainda vai que não vai. Agora se decidimos mudar de carreira porque nos apeteceu o desafio torna-se maior. Largar o certo pelo incerto parece decisão de gente insana. Correr atrás de um sonho parece ser atitude de quem é irresponsável. Fazer isto quando estamos sozinhas ainda vá agora quando somos mães de três o caso torna-se mais grave. Principalmente porque para muitos a vida acaba aos quarenta. Também não vou dizer que começa mas posso afirmar que pode recomeçar de forma calma e serena. Para mim a vida só acaba no dia em que morremos até lá estamos vivos, muito vivos. 

 

Um pouco antes dos quarenta divorciei-me e quando procurava um equilíbrio emocional encontrei um equilíbrio profissional. Durante anos fui desenvolvendo duas carreiras em paralelo até que um dia percebi que a decisão tinha de ser feita ou corria o risco de deixar de ter vida. As férias e os fins de semana eram usados para trabalhar e o tempo para a família começava a ser diminuto. O romance passou a ser nulo e a falta de sono uma evidência. A vontade de tomar uma decisão era cada vez maior e um dia a hesitação acabou e a decisão foi tomada. Larguei o certo pelo incerto. Larguei um emprego desejado por muitos por uma carreira muito minha. Mas o que as pessoas não sabem é que troquei certeza por felicidade, rotina por liberdade, e emprego por sonho de vida. O que as pessoas não sabem é que troquei uma morte lenta por uma inspiração contínua. 

 

Não foi de todo fácil. Não defendo o larga tudo e corre atrás do teu sonho mas defendo o cria estrutura e constrói o teu sonho. Hoje vivo apenas da minha carreira e daquilo que decidi ser. Ou melhor escrevendo hoje vivo apenas daquilo sou. Acordo todos os dias com vontade de trabalhar, respondo aos desafios com a segurança necessária e mesmo quando tenho dúvidas respiro fundo, endireito os ombros e digo para mim mesma "confia"! 

 

Existiram momentos complicados e sei que ainda irão existir mais. A vida alterna entre o prazer e a dor e a nós cabe-nos decidir como vamos lidar com isso. A verdade é que à data de hoje não troco a minha vida por nada. Amo o que faço e faço o que amo. E perante a pergunta "o que farias se não precisasses de dinheiro?" a minha resposta só poderia ser "exactamente o que faço hoje".

 

 

Faz da tua vida inspiração!

 

Marta Leal

Inspirational Coaching

08
Jan15

O meu mundo está a mudar

Marta Leal

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Sou muito ciosa da minha carreira tal como sou dos meus filhos e de tudo o que gosto. Não tenho por princípio entrar em confronto de opiniões mas gosto de uma boa partilha de ideias. Confunde-me a banalização e a forma como o coaching está a ser trabalhado em Portugal e preocupa-me as confusões que isso possa gerar naqueles que são desprovidos do conhecimento necessário para separar o trigo do joio. Compete-se muito numa profissão que apela á partilha. Ilude-se muito numa profissão que grita pela autenticidade. Opiniões meus caros simples opiniões.

 

Este Natal, o filho mais velho, o tal que é vegan, devolveu-me os presentes. “Gosto imenso mas não posso usar porque são de lã”. Ao meu “mas ninguém mata ovelhas para lhes tirar a lã” recebi um duro e seco “mas não sabes nas condições em que elas vivem”. Na minha cabeça surgiu de imediato a imagem da ovelha Choné, única ovelha com quem contactei nas últimas décadas, triste, nua e maltratada o que me fez pensar “bolas eram só umas camisolas de lã imagina que lhe tenho comprado uns sapatinhos de pele”. Corre-se para a loja. Pede-se á empregada para que leia as etiquetas de ponta a ponta uma vez que me esqueci dos óculos. Troca-se os presentes e ganha-se consciência de que mesmo que não queira as palavras do filho começam a fazer efeito.

 

Fazem tanto efeito que massacrei o mais que tudo enquanto comprava os sapatinhos de pele. Massacrei sem efeito até porque às minhas palavras de manipulação ouvi um curto e simples “os meus pés não calçam fancarias”. Desiste-se do massacre mas não se desiste da certeza de que o mundo está a mudar. O meu mundo está, sem sombras de dúvidas, a mudar.

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