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Amor Próprio

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

Amor Próprio

02
Dez18

Organiza-te no Amor

Marta Leal

 

Livro.jpg

 

#Organiza-tenoamor

#Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

 

“Um dia perguntei a um grande amigo que livro deveria escrever. “Escreve com o coração” respondeu-me ele, de forma sucinta. Foi justamente essa resposta que me fez compreender que em vez de andar preocupada com aquilo que os outros pudessem querer que eu escrevesse eu deveria sentir aquilo que me apetecia escrever. Escrever para mim e não para os outros! Cheguei à conclusão de que, mais do que escrever com o coração, deveria escrever de coração para coração”

 

Danço entre um pensamento lógico e um sentir intuitivo. Talvez por isso goste tanto de resultados, mas também de histórias de encantar. Sejam elas reais ou imaginárias. Nem sempre sigo aquilo que é esperado e muito menos aquilo que é imposto. Gosto das coisas simples ou não fosse eu uma mulher prática.

 

Este livro é o resultado de um eu na relação com os outros e na relação com os livros. É a concretização de um sonho onde a história se mistura com a realidade e os finais são aqueles que escolhemos.

 

Uma história, duas personagens e muitas perguntas que o poderão levar a tomadas de consciência e a viver o amor de forma diferente. Um olhar simples e prático sobre um tema que insistimos em complicar.

 

Para encomendas: martaleal@outlook.pt

 

✔️ FB 👉 https://www.facebook.com/martalealdesenvolvimentopessoal/
✔️ Site 👉 www.martaleal.pt
✔️ Email 👉 martaleal@outlook.pt

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

25
Out18

AMOR ATRAI AMOR

Marta Leal

 

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#amoratraiamor

#Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

“ E … encontrar o meu príncipe encantado”  escreveu-me ela, em resposta a um trabalho que lhes sugeri fazer depois de termos terminado o curso.

 

Devo confessar que gosto quando me dizem isto. Gosto de perceber que as pessoas sonham e acreditam naquilo que sonham.  Gosto quando o encontrar o amor vem depois de nos termos encontrado a nós. E foi exatamente isto que aconteceu com Maria. Chama-se Maria, mas podia chamar-se outro nome qualquer. Passaram uns meses e voltámo-nos a encontrar noutra formação. Notei-lhe um brilho diferente quer no olhar quer no discurso. Confidenciou-me que tinha atingido o objetivo e que estava feliz. Não precisava de confidenciar porque sentia-se à distância. Quando vivemos em amor espalhamos amor por onde quer que passemos! Quando vivemos em amor contagiamos sorrisos e vontades.

 

- O meu nome é Maria, tenho 57 anos, e namoro com o meu primeiro namorado.

 

A sala encheu-se de sorrisos dignos de ficarem registados para sempre. Podia lamentar não ter registado o momento de forma fotográfica, mas o que interessa é que ficou registado na minha memória. E acredito que na memória de todos os que assistiram! É isto que acontece quando fazemos parte de um todo: a felicidade de um torna-se a felicidade de todos.

 

E da próxima vez que pensares que já e tarde para encontrares o amor lembra-te da Maria. Lembra-te da Maria e de todos os outros que depois de se amarem a si perderam o medo de amar.

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

03
Set18

Quando nos apaixonamos pelo amor esquecemo-nos de amar

Marta Leal

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“Somos como água e azeite” contou-me ele com um olhar triste e postura de derrota. Não foi a primeira vez que ouvi a expressão e o facto de a estar a ouvir novamente veio reforçar a minha ideia de que existem amores que simplesmente não têm de ser vividos. Deixei-o falar. É tão importante permitirmos que a alma chore aquilo que os olhos se impedem.

 

Contou-me como se tinham encontrado, o que tinham vivido e todas as promessas que tinham feito um ao outro. Contou-me também que desde cedo percebeu que a vida os tinha presenteado com encontros e desencontros. E ao contrário daquilo que preferia ter acontecido sabe que não foram os outros que os afastaram, foram eles.

 

Sabes, meu querido António, disseste tudo no momento em que assumiste que foram vocês que se afastaram um do outro. Não estava lá, mas acredito que se tenham afastado nas palavras, nos gestos e nas ações. Se a vossa relação fosse segura os outros podiam aparecer que nem tsunamis e nada vos abalaria. Mas não foram. E talvez se tenham perdido no medo de se perderem. Não foi por serem água e azeite que não deu certo foi porque se apaixonaram pelo Amor em vez de se apaixonarem um pelo outro. E quando nos apaixonamos pelo amor esquecemo-nos de amar. Porque amar é terreno. Amar é lidar com as dificuldades do dia-a-dia, fazer concessões, estar presente, respeitar e respeitar-se. Estar apaixonado pelo amor é algo totalmente diferente. Estar apaixonado pelo amor é viver numa constante ilusão daquilo que achamos que deve ser.

 

E não me surpreende quando me dizes que as conversas se sucederam até vos esgotar, que as palavras foram subindo de tom e que as explicações eram dadas num contexto e percebidas noutro. Que os ânimos se exaltaram nos últimos encontros. Não me surpreende porque te recusaste durante muito tempo a aceitar a realidade.  E quando não há solução à vista os ânimos exaltam-se! E os ânimos exaltam-se porque a ilusão que têm sobre amor não está a ser respeitada!

 

O que te posso dizer António? É que para próxima vez que sentires que te estás a apaixonar que percebas se é pelo amor se é pela pessoa que tens à tua frente!

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

03
Ago18

Sobre o compromisso

Marta Leal

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#Sobreocompromisso

Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

#compromisso

 

Cheguei atrasada ao mês de Agosto, mas foi por uma boa causa. Este ano já vi que as férias vão ser em part-time e que o bronzeado não passa de uma ilusão. Estou de tal forma branca que corro o risco de encandear alguém se me olhar para as pernas. Mas não tenham pena que eu trato-me muito bem. Maio foi mês de Itália e o final de ano também é capaz de prometer. O trabalho tem sido mais que muito e, por aqui, preparam-se novas ações, novas formações e um final de 2018 com muita novidade.

 

Dizem que todos nós devemos ter filhos, plantar uma árvore e escrever um livro. Neste momento, só me falta plantar uma árvore porque os filhos vieram em triplo e o livro seguiu, no passado dia 1 de Agosto,  para a editora. É sempre a mesma coisa. Começo pelo mais difícil e acabo no mais fácil. Já é mais do que sabido que escrever preenche-me e faz-me perder do tempo e do espaço e, desta vez, não foi excepção. As últimas semanas foram dedicadas, quase na totalidade, a cumprir aquilo a que me propus. E é isso que nos faz mover, cumprirmos aquilo que decidimos, mesmo que para isso tenhamos que abdicar de outras coisas.

 

Ah é verdade já me esquecia no livro vai-se falar de amor!

 

Para hoje convido-te a pensar sobre a tua relação com o compromisso. Como te relacionas com ele? assumes? foges? nunca pensaste nisso?

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

 

 

 

02
Jan18

Insistimos em lamentar o que temos e em valorizar o que gostaríamos de ter tido

Marta Leal

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As ultimas duas semanas foram de escolhas e organizações. Em 2017 fecharam-se projetos e prepararam-se outros para arrancarem já em 2018. Tudo isto foi intercalado com festas, jantares, almoços e conversas. Muitas conversas! O que eu adoro conversar. E por muito que tente desligar o trabalho do prazer a verdade é que existem momentos em que eles se misturam e que as palavras saem quase sem dar por isso.

 

A maioria de nós continua ligada ao que não tem, ao "só", ao "apenas", ao "lá vai ter que ser"  e a um encolher de ombros que alimenta uma tristeza que não precisa de ser alimentada. Insistimos em lamentar o que temos e em valorizar o que gostaríamos de ter tido. Em vez de sonhares com o que não tens sugiro-te que penses no que tens, em tudo o que te faz sentir bem e naquilo que realmente interessa. Olha à tua volta e em vez de te lamentares porque passaste esta época apenas com os teus pais, ou apenas com os teus filhos e só tiveste um presente, pensa na sorte que tens, nos momentos que podias ter vivido e nas risadas que podias ter dado se não insistisses em viver a  tua vitima! Pensa na sorte que tens em teres quem te ama por perto! Pensa que a escolha entre estares bem ou mal é tua, apenas tua.

 

Cá por casa a tradição mudou e o natal foi completamente diferente. De muitos passámos a menos numa equação onde somos cada vez mais uns para os outros. Cá por casa vivem-se as memórias de outros tempos e criam-se memórias deste,  sempre com muitos sorriso e amor para dar.

 

Faz da tua vida inspiração!

Dia 2

Marta Leal - Inspirational Coaching

26
Jul17

E um dia, deixo de te sentir e limito-me a recordar-te

Marta Leal

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Existem aqueles dias em que a tua ausência se torna insuportável. Nesses dias, sou até capaz de esquecer as incompatibilidades, as palavras malditas e até as situações mais constrangedoras. Controlo-me. Controlo-me tanto para não te contactar, para não te falar, para não te dizer para tentarmos mais uma vez. Controlo-me para não te saltar para o colo e dizer que te amo. Controlo-me, e tu sabes que no que diz respeito ao amor eu não sou de me controlar.

 

Sorrio ao som dos momentos bons. Há uma tendência em mim para que seja sempre assim. Para que os momentos bons me façam sorrir. Por vezes, naqueles momentos mais insanos em que o dialogo de mim para mim se torna intenso, converso contigo. Houve momentos em que discuti, te ofendi e te disse tudo o que ficou por te dizer. Hoje, conto-te o meu dia, as minhas vitórias e as minhas dúvidas. Ai caraças, as minhas dúvidas que tanto me ajudavas a desconstruir. Hoje sou eu que as desconstruo e percebo que consigo viver sem ti, e percebo que consigo funcionar sem ti.

 

E depois percebo que são mais os dias que não penso em ti, do que os que penso. Percebo, também, que na tua ausência cresço diariamente não porque me impedisses de o fazer, mas apenas porque me recusava a fazê-lo. Foi melhor sim. É melhor assim. Convenço-me eu nos dias em que sinto a tua ausência.

 

E um dia, quem sabe, deixo de te sentir e limito-me a recordar-te. E será apenas nesse dia que eu sei que estarei, novamente, preparada para amar. Será apenas nesse dia que um amor pode dar lugar a outro amor!

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

 

 

21
Jun17

Existem amores que não são para sempre

Marta Leal

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Acreditei desde cedo no Amor. Mas não no amor comum que via à minha volta. E quando falo de comum refiro-me ao amor do namoram, casam, têm filhos, educam os filhos e envelhecem juntos mesmo que não dirijam a palavra um ao outro. Nunca acreditei nesse amor. Para falar verdade acredito que muitos desses relacionamentos não são feitos de amor. São feitos de tudo menos de amor. São feitos de deveres sociais ou hábitos de uma comunidade que assim o exige, mas muitos deles não são amor.


Sempre acreditei num amor que se sente à distância de um olhar e de um gesto.Hoje não consigo culpar ninguém. Mas por muito tempo culpei a tia e todas as histórias que me contava. Culpei um amor que vivi de perto e que achei que representava todos os tipos de amor. Culpei as histórias de príncipes e princesas que terminavam num delicioso “viveram felizes para sempre”. Somos aquilo que vivemos de perto. Transformamo-nos nos que nos rodeiam e acreditamos piamente que tudo é assim. Somos a realidade que vivemos e desde cedo desconhecemos outras realidades ou recusamo-nos a aceitar que possam existir. Vivemos de verdades absolutas que nos foram transmitidas e defendemos essas verdades, como se fossem nossas. A minha verdade absoluta era a de que o “Amor para sempre” existia.


Sempre admiti a existência daquele amor que nos arrebata, que nos retira da apatia diária e que nos faz felizes para sempre. Passei férias agarrada ao Eça de Queirós, Júlio Dinis e a tantos outros autores que tão bem descreviam aquilo que eu sentia. A culpa é das letras que nos colocam ideias tontas na cabeça, dirão alguns. Não existem culpas existem apenas sentires, direi eu!


Hoje sei que é exactamente quando nos focamos no para sempre que nos perdemos dele. O medo de perder torna-se superior ao deixar fluir, ao alimentar diariamente, ao seduzir e construir. Mas sim, reconheço que a importância do amor não está no para sempre mas na intensidade e verdade com que foi, ou é, vivido.

 

 Marta Leal

Coaching Inspiracional

28
Abr16

Não acreditar no amor é não acreditar na vida

Marta Leal

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Pois fazes mal minha querida. Não acreditar no amor é como morrer por dentro. E quando se morre por dentro morre-se por fora. Passamos a pertencer aquele grupo de pessoas onde os protestos e os lamentos são mais frequentes que os sorrisos e os aplausos. Passamos a pertencer ao grupo dos que rosnam em vez de estarmos perto daqueles que suspiram. 

 

Não sei se percebes mas não acreditares no amor é permitires que aquele que chamas de "cabrão" te tire a capacidade de amar. É permitires que alguém te retire aquilo que faz parte de ti, ou melhor, aquilo que faz parte de todos nós. Porque minha querida no que diz respeito ao amor somos todos muitos iguais. 

 

Zangamos-nos com o amor quando nos devíamos zangar com quem nos relacionamos. Sabes minha querida o amor não tem culpa e não acreditar nele torna-se ofensivo. Culpar aquele que nos permite sorrir, flutuar, suspirar e viver uma vida mais feliz é errado. É completamente errado. Não acreditas no amor ou não acreditar nos homens? E em quais homens é que não acreditas? Conhece-los a todos?

 

"Eu já não acredito no amor" disseste-me tu com as lágrimas a escorrer pela cara enquanto os olhos revelavam uma tristeza enorme. Não sei o que te respondi naquele momento mas sei que te devo ter dito qualquer coisa como "é natural sentires isso quando te sentes desiludida". Mas sabes, não acreditar no amor é não acreditar na vida. E se não acreditares na vida que sentido tem tudo isto?

 

Coloca-te de pé. Enxuga as lágrimas e dá um passo de cada vez. Firme sempre muito firme. 

 

Marta Leal

Inspirational Coaching

 

22
Abr16

Ama-te antes de Amares

Marta Leal

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Fazer depender a nossa felicidade de outro está errado. Está errado para nós e está errado para o outro. Pensar em permanecer numa relação com medo de ficar sozinho é, para mim,  um ato de insanidade mental ou mesmo um ato de suicídio emocional. Conformar-me ao que tenho com medo do que nunca mais possa vir a ter confunde-me. 

 

Confunde-me não só pelo conformismo como pela resignação. Quando pergunto a algumas pessoas porque continuam em determinada relação visto que já não amam, a resposta que obtenho é a de que tem medo de ficar sozinhos. E depois? Perguntam-me frequentemente. E depois? Se não encontro mais ninguém? Muito estranho quando ainda não terminei uma relação e já estou a pensar que não consigo encontrar mais ninguém. Mais estranho ainda é o facto de eu não conseguir estar sozinho.

 

Colocar a minha felicidade na mão do outro é deixar de me amar. É procurar fora aquilo que preciso de encontrar cá dentro. É desculpar-me no outro para não me encontrar em mim. É procurar uma metade quando devia apenas procurar um complemento. Depois quando o outro desaparece o meu mundo desaba. Desaba o meu mundo e desabo eu porque não me amei o suficiente para me cuidar. Estruturas externas são sustentadas apenas por andaimes. Estruturas internas são sustentadas por fundações de pedra. 

 

Ama-te antes de amares. Sai do teu conformismo e resignação e olha-te ao espelho. Percebe quem és e escolhe quem queres ser. Decide de uma vez por todas que não é o outro és tu. Que não podes nem deves colocar a tua felicidade na mão de ninguém. Ama-te e só depois te deves atrever a Amar porque só quem se ama sabe o verdadeiro significado do amor. 

 

 

Marta Leal

Inspirational Coach

 

10
Fev16

Quando o amor acaba!

Marta Leal

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Quando uma relação termina é como se morresse um pedacinho de nós. Seja de quem deixa, seja de quem é deixado. Não é fácil. Não é fácil para nenhuma das partes a não ser que um deles seja um energúmeno do mais alto calibre. Mas não é sobre esses que hoje escrevo. Hoje escrevo sobre aqueles que um dia se apaixonaram e mais tarde percebem que já nada sentem. Hoje escrevo sobre aqueles que que um dia se apaixonaram e de repente o "viveram felizes para sempre" terminou com um "não és tu sou eu"!.
 
Meus caros dói. Dói que se farta e de nada adianta dizer que está tudo certo ou que vai passar. Nós sabemos que vai passar, que o tempo tudo cura e que lá à frente quem sabe até um dia chegamos a agradecer. Mas hoje dói pelo que foi e pelo que está a ser. Dói tanto no ser como no estar. Dói na partilha de bens quando antes se partilharam momentos, vivências, sorrisos, olhares, toques sorriso e mesmo lágrimas. Dói e é importante que doa.
 
É quase como se assistíssemos à morte inesperada de quem está por perto.Perceber o fim é perceber que a vida é feita de emoções, vivências e surpresas, muitas surpresas. Perceber o fim é perceber que temos que recomeçar tudo de novo mas de outro ponto de partida. De um ponto de partida em que escolhemos a bagagem que decidimos levar. De um ponto de partida onde escolhemos o que vamos deixar. Há quem fique lá no novo ponto de partida sem nunca querer mudar mas também não é desses que vamos falar. 
 
Existem momentos em que sentimos um misto de tristeza com alivio. Tristeza pela perda e alivio por voltar a controlar a coisa. Seria incongruente se não chorássemos uns dias pelos cantos e passássemos outros tantos a implicar com toda a gente. Ao quinto dia não ressuscitamos mas arregaçamos as mangas, tapamos as olheiras e regressamos ao mundo mais fortes e mais resistentes. Não mudamos no ser e no estar porque é exactamente assim que nos sentimos bem. E ninguém nos muda meus caros.Nós é que decidimos ou não mudar.
 
Quando te voltares a entregar, entrega-te. Da próxima vez que estiveres está. Claro que não vais viver a mesma coisa mas dá a ti a oportunidade de voltares a viver outro amor. Fugires do amor com medo de te magoares não é solução. Fugires do amor é impedires-te de viveres de novo.
 
Não chames nomes só porque achas que o deves fazer. Não te cales apenas porque não queres fazer cena. Pega na situação, olha-a de frente e resolve-a com o outro e contigo. Repara que escrevi com o outro e não com os outros. larga os outros,afasta-os no que diz respeito a soluções e aproxima-os no que diz respeito a compreensão. Os outros são os outros e vão sempre resolver de forma diferente.  
 
Acredito que o amor não tem amarras e que quando gostamos mesmo de alguém gostamos de o sentir bem e que seja feliz. Seria incongruente não lhe desejar felicidades por mais que isso doa e dói, dói que se farta.
 
Não acredites que só podes viver um grande amor. Acredita que podes viver muito mais amor se te permitires fazê-lo. Esquece os filmes, as opiniões, a sociedade e as crenças. Retira dos livros aquilo que te serve e vive. Mas antes chora, revolta-te, e aceita a tua desilusão.
 
A verdade é que um amor que não é regado seca, morre e corre o risco de deixar a terra infértil.  
A verdade é que só os mais corajosos se atrevem a amar.
 
Marta Leal
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