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Faz da tua vida inspiração

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

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A paixão é leve e o amor dá trabalho

01.02.20, Marta Leal

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Terminei janeiro com a sensação de que já se passou mais do que um mês. Entre família, quatro patas, escrita, novas parcerias, consultas, preparação de formações, aulas, formações presenciais e online, planeamentos e tomadas de decisão o mês passou num ápice. Se continuar assim o ano vai voar, e quando menos der por isso estou a fazer o balanço de final do ano.

Fevereiro é o mês dedicado ao amor e por isso mesmo tenho algumas surpresas para clientes e futuros clientes. Desejo-vos um fantástico mês e abro mais uma página do meu livro “organiza-te no amor”.

“Há tempos, ouvia alguém dizer que a paixão era muito bonita, mas que depois é que eram elas. Acredito que o que quisesse dizer é que a paixão é leve e o amor dá trabalho. Por vezes penso que vivemos numa espécie de ditadura da paixão. Parece que nos sentimos na obrigação de estarmos permanentemente apaixonadas e com as emoções ao rubro. E, quando falamos das emoções ao rubro refiro-me às emoções do primeiro momento. Perseguimos a permanência de momentos, a longevidade das descobertas e a perpetuidade da ação e dos gestos imaturos que todos os apaixonados têm.

É evidente que todos temos saudades de um tempo em que o coração palpita, as mãos se humedecem e a ansiedade cresce. Ama-se muito intensamente quando estamos apaixonados. Mas este amor em tempo de paixão é um amor com prazo. Tudo o que tem prazo, termina. Este amor em tempo de paixão, perde-se. Perde-se, fruto de uma evolução natural de um amor imaturo para um amor maduro. Perde-se nas vivências do dia-a-dia, perde-se nos obstáculos, nos conflitos e no esquecimento do que um dia foi. A verdade é esta. Se queremos organizar-nos no amor temos de ter esta realidade bem presente.

Existem os que lutam e que só desistem quando sentem que nada mais há a fazer, e os que partem em busca de uma permanência da paixão, em detrimento do amor. Porque o amor dá trabalho. Para que uma relação tenha sucesso é preciso que seja alimentada! Os casais devem ter essa preocupação se querem que a relação perdure. Não é o amor que traz sucesso à relação, mas o modo como as pessoas vivem esse amor.

Gostava de o alertar para as paixões repentinas. Se é daquele tipo de pessoa com uma história pessoal onde as paixões repentinas são uma constante, peço-lhe que da próxima vez faça diferente. Sabia que quanto mais repentina for uma paixão mais probabilidade tem de falhar? Sabe porquê? Porque não nos sentimos atraídos pela pessoa, mas por algo que ela despertou em nós. Como poderíamos estar atraídos por alguém que ainda não conhecemos?

Não quero com isto dizer que se sentir uma atração repentina por alguém não deva arriscar. O que eu quero dizer é que se for esse o caso deve ir devagar, muito devagar. Retire a atração e perceba quem é, de facto, essa pessoa.”

In “organiza-te no amor”

 

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