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Amor Próprio

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

Amor Próprio

18
Dez18

Asas ou Âncoras?

Marta Leal

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#asasouancoras

#Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

Existem aqueles que dizem que quando se está mal é que se consegue ver quem são os verdadeiros amigos. Eu, como não podia deixar de ser, tenho uma opinião contrária. É quando concretizas que percebes os que estão verdadeiramente ao teu lado, os que te parabenizam, os que te felicitam e os que te aplaudem.  Não me refiro aos que têm a ganhar com o teu sucesso, mas refiro-me aos que estão ao teu lado. São esses os verdadeiros amigos. Aqueles que festejam e que aplaudem o que é importante para ti.  Se estar presente na dor é um ato de bondade humana estar presente no sucesso é um ato de humildade, de entrega e de verdadeiro amor.

 

Se defendo que é importante dedicares-te a ti diariamente também defendo que é importante perceberes quem está ao teu lado, que tipo de energia tem, o que te faz sentir e, principalmente, como te trata! Existem relações que duram anos e que nos alimentam a alma e existem relações que se arrastam e que nos esgotam o ser e a paciência! E vamos ficando por tudo menos pelo que devíamos ficar. Aceitares que te tratem menos do que mereces é aceitares que te desrespeitem. E isso não está certo!

 

Hoje sugiro-te que olhes à volta e percebas quem tens ao teu lado. Hoje sugiro-te que avalies aqueles com quem mais te dás e que percebas se te dão asas ou te criam âncoras.

 

 

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Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

17
Dez18

Obrigada

Marta Leal

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#Organiza-tenoamor

#Marta Leal

#amorpróprio

#apresentaçãodolivro

 

Se tivesse que definir o meu ano diria que tinha sido um ano de concretização e de conclusão.  E o dia 16 de dezembro de 2018 vai ficar na minha memória. E vai ficar na memória não apenas por ter sido o dia do lançamento do meu primeiro livro, mas, principalmente, por aqueles que me acompanharam nos sorrisos, na presença, nas mensagens e numa apresentação que me fez choramingar.

 

Somos mais ricos quando somamos sorrisos, amizades, presenças e gestos. Somos mais ricos quando temos a coragem de eliminar aquilo que nos faz bem e alimentar aquilo que nos enche e preenche.

 

Muito obrigada aos que estiveram comigo neste dia de corpo e alma. A minha vida nunca mais vai ser aquilo que era! Existem dias que sabemos que nos mudam para pior e existem dias que sabemos que nos vão mudar para muito melhor!

 

E agora, deixo-vos com as palavras deliciosas de quem tão bem me conhece e tão bem me apresentou.

 

Este é um dia muito feliz, porque marca o início de uma grande aventura: a aventura da Marta nos livros. Já a conhecemos pelo seu trabalho e agora estamos a conhecê-la através das letras. E é também uma aventura para os leitores, que se arriscam a andar numa montanha-russa. Ainda bem que resolveu tornar a sua escrita conhecida, porque o mundo dos livros está incomensuravelmente mais rico!

 

Portanto, Marta, hoje é um novo princípio!

 

Este dia, apesar de ser o corolário de largos anos de muito trabalho, de muita dedicação, empenho e compromisso com o que sabes fazer de melhor, que é inspirar as pessoas que a ti recorrem, e ajudá-las a evoluir, é o início de uma nova fase da tua vida.

 

Contudo eu diria outra coisa: é uma nova fase da vida de quem tiver a oportunidade de ler os teus livros. E falo no plural, livros, porque sei que este é o primeiro, sei que não é o único.

A Marta, para além de minha amiga, é como uma irmã, e só posso dizer que é um tremendo orgulho estar aqui hoje, a falar de uma profissional cujo trabalho se reflete na vida das pessoas de uma maneira excecional.

 

E porquê? Porque desconstrói o Coaching, no sentido de colocar em causa todos os dogmas da profissão, os princípios, as técnicas, que conhece como ninguém, mas que não a travam e impedem de ir mais longe – a atuação da Marta como Coach vai muito para além da técnica. E é este o seu segredo!

 

A leitura que faz das pessoas, nomeadamente dos seus clientes, e entenda-se leitura como análise sistemática, que é técnica mas também é empática, utilizando a sua inteligência emocional, é tão eficaz que lhe permite trabalhar com elas em completa sintonia – chega à essência das pessoas, muitas vezes sem que elas se apercebam.

 

Por estas razões é que a Marta é uma das melhores profissionais a nível mundial. Sem exageros, sem imodéstia. Simplesmente é!

 

A Marta propõe a desagregação, a decomposição, de todos os preconceitos e crenças, e propõe um profundo abanão na nossa estrutura de valores e princípios, em busca, sempre, da verdade. E esta verdade é aquela que dói, se necessário for. É esta verdade, sem floreados e cornucópias barrocas, sem panos quentes e sem quaisquer cedências, que nos faz crescer.

 

É esta verdade que surge no livro quando uma das personagens, o Paulo, diz que, se quer contar a sua história, só faz sentido se for com toda a verdade, questionando logo a seguir, e passo a citar: “E se me impedir que as letras saiam com medo do que vocês possam pensar, não será que me estou a impedir de ser eu mesmo?”. Isto, meus caros, é uma epifania que se aplica ao nosso comportamento, no nosso dia-a-dia.

 

É este desafio constante, o olhar para dentro de nós sem narizes empinados e sem pretensiosismos, e a assunção do que somos, sem medos, que a Marta estimula. E isto é um feito que não é para todos. Não posso deixar de referir uma das muitas mensagens que perpassa este livro: a de que somos todos iguais!

 

O Bordallo, o Saramago, o Eça, e outros ilustres, estão na tumba, com toda a certeza, a gargalhar com esta passagem magnífica: “Não existem príncipes encantados nem princesas à espera de serem salvas. Existem pessoas iguais a si. Com histórias de vida, crenças, hábitos, rotinas, saberes, medos, desejos e ideias muito próprias sobre a vida e o amor. Essas pessoas são iguais a si, logo têm odor corporal, são capazes de arrotar, defecam e até podem ressonar. Se é dos que ainda está ligado a contos de fadas aconselho-o a ver o único que não nos induziu em erro, o Shrek.” Esta vívida afirmação não deixa margem para dúvidas: a aceitação, de nós próprios e do outro, é outra das ideias-chave deste livro.

 

E que coisa maravilhosa: a técnica a ser romanceada.

 

E agora, diretamente para ti Marta:

 

Através deste livro dizes-nos que o Amor pode não esperar, não se compadece com egos, com indecisões, com hesitações e com silêncios.

 

Colocas o dedo mesmo no meio da ferida, e mostras que não podemos comprometer o nosso futuro a expensas do nosso passado.

 

Abordas a realidade sem baraço e agarras o leitor numa narrativa absorvente.

 

Espalhas uma mensagem de esperança, e estimulas o auto-conhecimento e o desenvolvimento pessoal.

 

Atiças a vontade de atingir a felicidade, e validas essa possibilidade.

 

Pões o teu Amor de mãe no que sabes fazer de melhor, que é cuidar das pessoas que te procuram, não fosses tu uma grande Mãe. E isto é validado todos os dias através dos teus filhos, que sabem muito bem a mãe que têm.

 

E, já agora, obrigado por seres minha Amiga.

 

 

É isto meus caros, termino dizendo que o trabalho da Marta liberta-nos do medo de sermos nós mesmos!”

 

Miguel Mósca

16 de Dezembro de 2018

 

Para encomendas: martaleal@outlook.pt

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Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

02
Dez18

Organiza-te no Amor

Marta Leal

 

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#Organiza-tenoamor

#Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

 

“Um dia perguntei a um grande amigo que livro deveria escrever. “Escreve com o coração” respondeu-me ele, de forma sucinta. Foi justamente essa resposta que me fez compreender que em vez de andar preocupada com aquilo que os outros pudessem querer que eu escrevesse eu deveria sentir aquilo que me apetecia escrever. Escrever para mim e não para os outros! Cheguei à conclusão de que, mais do que escrever com o coração, deveria escrever de coração para coração”

 

Danço entre um pensamento lógico e um sentir intuitivo. Talvez por isso goste tanto de resultados, mas também de histórias de encantar. Sejam elas reais ou imaginárias. Nem sempre sigo aquilo que é esperado e muito menos aquilo que é imposto. Gosto das coisas simples ou não fosse eu uma mulher prática.

 

Este livro é o resultado de um eu na relação com os outros e na relação com os livros. É a concretização de um sonho onde a história se mistura com a realidade e os finais são aqueles que escolhemos.

 

Uma história, duas personagens e muitas perguntas que o poderão levar a tomadas de consciência e a viver o amor de forma diferente. Um olhar simples e prático sobre um tema que insistimos em complicar.

 

Para encomendas: martaleal@outlook.pt

 

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Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

01
Dez18

Olá, Dezembro!

Marta Leal

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#Dezembro

#Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

“E, já agora vê se de desta vez acertas e não te esqueces do que te pedi. Santa paciência todos os dias a mesma coisa e tu pareces que não me ouve. Não ouves ou não queres ouvir – resmungou Maria. Mulher possante, ar carrancudo e gestos apressados.

 

António fechou a porta atrás de si, mas ainda se apercebeu que a sua mulher continuava a falar. Sentia-se cansado de tanta lamúria, tanta cobrança e tanta humilhação. Sentia saudades de uma palavra de incentivo, de uma palavra de carinho ou mesmo de uma simples conversa onde não existissem acusações ou desconfianças.

 

 Apaixonara-se por ela ao primeiro olhar. E, o engraçado é que o que o atraiu nela foi o que anos mais tarde destruiu o amor. O ar seguro, a autoconfiança e a capacidade de decisão. O casamento aconteceu rapidamente, fora ela que lhe propôs e ele aceitou sem sequer pensar. Nunca soubera se ela o amara como ele um dia a amou. Ela nunca lho disse ele nunca lhe pediu para dizer

 

Os anos sucederam-se em nascimentos de filhos, trocas de fraldas, escolas, trabalhos de casa e outro sem numero de atividades. O diálogo desapareceu com os anos. Os sonhos de ambos foram esquecidos. Os objetivos comuns perderam-se no reflexo do que pretendiam para os filhos. As discussões aumentavam ou melhor os monólogos porque António já nem sequer respondia.

 

Lembrava-se agora da primeira vez em que tentara apimentar o seu casamento. Tinha sido aconselhado pelo seu melhor amigo. Amizade que mantinha em segredo porque Maria não podia sequer ouvir falar nela. Marcou um fim de semana fora e comprou-lhe um ramo de flores. Quando chegou a casa feliz e contente o seu mundo desmoronou-se. Maria não só recusou o fim de semana como também o acusou de ter outra e por isso mesmo a estar a querer mimar. "Deixa-te dessas parvoíces homem que já não tens idade para isso" dissera-lhe ela.

 

 Hoje viva encurralado numa vida que o fazia cada vez mais infeliz. Os filhos não paravam em casa. Maria preocupava-se com tudo menos com o que ele sentia ou mesmo o que ele queria. Por vezes sentia que ela o desprezava. Por vezes sentia que a odiava. Outras vezes pensava que todos deviam viver assim e que tanta duvida era fruto da sua cabeça.

 

Por vezes olhava-a e procurava a mulher por quem o dia se tinha apaixonado. Hoje olhava-a e procurava aquela por quem se anulou. Ela parecia alheia a ele. Vivia demasiado preocupada com a vida dos outros, a vida de casa e tudo o que lhe interessava. Agora que pensava nisso tinha a certeza de que nunca tinha tido uma palavra de incentivo. Uma palavra de ânimo ou mesmo um gesto de carinho.

 

 António era um romântico que criou um mundo dele. A sua imaginação voava para fora de si rumo a outra vida e a outras situações. Sonhava com a partilha, o companheirismo e com a ilusão de um dia poder ser amado. Sonhava cada vez mais com aquilo que sempre lhe fizera falta. Vivia uma vida que não era a sua porque deixara que um dia alguém tomasse conta dela.

 

 Era cada vez mais frequente dar consigo a fazer planos de acabar com aquilo. De como iria fazer, o que diria aos filhos, onde iria viver e o que lhe iria dizer a ela. Visualizava as situações, ensaiava diálogos e enchia-se de coragem. Uma vez ainda tentou, mas ela nem sequer o deixou terminar "olha o velho gaiteiro, andas com alguma debaixo de olho" fora a resposta que obtivera. Nesse dia odiara-a como nunca a tinha odiado. Mas mais uma vez deixou-se ficar. E, todos os dias sempre que saía de casa pensava que nunca mais ia voltar, mas todos os dias lhe faltavam a coragem e a força necessárias. - Um dia vou ser feliz - murmurou ele enquanto descia as escadas do prédio rumo ao carro - um dia vou conseguir.”



E os dias passam transformando-se em semanas, meses e anos. E os dias passam enquanto nos arrastamos esperando que a coragem e a atitude nos batam à porta. Esperar pelo momento certo é condenarmo-nos a uma sobrevivência. Tomar decisões quando sentimos que as temos de tomar é  liderarmos a nossa vida.

 

Estamos em Dezembro! Daquilo que tinhas definido para este ano o que é que concretizaste? E o que é que ficou por fazer?

 

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