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Amor Próprio

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

Amor Próprio

25
Out18

AMOR ATRAI AMOR

Marta Leal

 

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#amoratraiamor

#Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

“ E … encontrar o meu príncipe encantado”  escreveu-me ela, em resposta a um trabalho que lhes sugeri fazer depois de termos terminado o curso.

 

Devo confessar que gosto quando me dizem isto. Gosto de perceber que as pessoas sonham e acreditam naquilo que sonham.  Gosto quando o encontrar o amor vem depois de nos termos encontrado a nós. E foi exatamente isto que aconteceu com Maria. Chama-se Maria, mas podia chamar-se outro nome qualquer. Passaram uns meses e voltámo-nos a encontrar noutra formação. Notei-lhe um brilho diferente quer no olhar quer no discurso. Confidenciou-me que tinha atingido o objetivo e que estava feliz. Não precisava de confidenciar porque sentia-se à distância. Quando vivemos em amor espalhamos amor por onde quer que passemos! Quando vivemos em amor contagiamos sorrisos e vontades.

 

- O meu nome é Maria, tenho 57 anos, e namoro com o meu primeiro namorado.

 

A sala encheu-se de sorrisos dignos de ficarem registados para sempre. Podia lamentar não ter registado o momento de forma fotográfica, mas o que interessa é que ficou registado na minha memória. E acredito que na memória de todos os que assistiram! É isto que acontece quando fazemos parte de um todo: a felicidade de um torna-se a felicidade de todos.

 

E da próxima vez que pensares que já e tarde para encontrares o amor lembra-te da Maria. Lembra-te da Maria e de todos os outros que depois de se amarem a si perderam o medo de amar.

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

23
Out18

Vivemos aquilo que decidimos viver

Marta Leal

elderly-woman-1036773__340.jpg

Hoje falo-vos de Maria da Conceição. Mulher de meia idade, divorciada e cuja história de vida se desconhece. Apareceu do nada e acredito que um dia desapareça da mesma forma. Conheci a Maria da Conceição há uns anos. Sei que são poucos, mas não sei quantos serão. Mas escrevia eu que a conheci há uns anos e pouco mudou na vida dela. Mulher sorridente, catita e gestos largos de quem quer abraçar o mundo, foi assim que se apresentou a mim e a todos os moradores da rua dos Silvestres. O que poucos sabem é que raramente se abraça a ela. Que a forma como se esgueira pelas ruas evitando contacto é a mesma forma como se esgueira dela própria recusando-se a conhecer-se.

 

Vive à espera. Vive à espera de melhores dias, de um amante que nunca chega e de um amor próprio que nunca conheceu. O que ela não sabe é que no jogo da vida esperar não vale. Quando se espera é como se não se jogasse é como se déssemos a nossa vez ao outro.  Não sei se ela saberá isto. Não sei sequer se ela tem consciência do ponto onde está. Confessou-me o que vos conto há cerca de um ano. Ia eu rua acima vinha ela rua abaixo. Parou-me. Perguntou-me como estava e, sem que me desse tempo para responder, falou sem parar.  Um encontro fugidio que acredito ter sido único. Confessou-me porque naquele dia as palavras serviram de tábua de salvação.  Poucos conhecem esta realidade, mas muitos sabem que algo está errado naquela mulher de sorriso forçado e gargalhada intensa. Tão intensa que parece pouco real.

 

Passam semanas que não a vejo. Mas ontem vi-a a subir a calçada com passos apressados e olhar esquivo. Noto-lhe um andar mais pesado e um desalento maior. É isto que acontece quando nos limitamos a esperar pela vida. Há quem diga que só fala do lado negativo da vida, que aponta sempre o que está errado e que só vê o lado mau de quem se cruza com ela.  Alguns evitam-na para que não os incomode com as lamurias do costume. Outros criticam-na e vão tecendo histórias à volta de uma vida que lhes é desconhecida.

 

Chama-se Maria da Conceição, mas poder-se-ia chamar outro nome qualquer.  Existem tantos como ela.  Existem tantos outros que de ficar à espera azedam-se-lhes os sonhos, amargam-se-lhes as palavras e tornam-se tudo aquilo que um dia diziam que não queriam ser. Culpam, apontam e responsabilizam-se muito pouco pelos resultados obtidos. Faz parte! Faz parte de uma vida onde se insiste viver na dor e pouco se faz para mudar.

 

E enquanto esperamos por melhores dias, pelo momento ideal, por alguém que não tem coragem para ficar connosco, pelos dias de sol, pelos dias de chuva ou por outra coisa qualquer, a vida passa. E em vez de viveres a vida, arrastas-te pela vida! Lembra-te de construíres uma vida que valha a pena ser vivida!

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

  

01
Out18

Quando tudo nos contraria!

Marta Leal

woman-2696408__340.jpg

 

#Quandotudonoscontraria

#Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

- Por vezes sinto que está tudo contra mim!

- Tudo quem?

- Tudo! Toda a gente e até deus!

- Sempre?

- Sempre não, mas a maioria das vezes sim!

 

Continuámos a conversa a partir daqui. Estas frases foram ditas ainda nem sequer estávamos sentadas. Vinha esbaforida e dorida. Sentia-se que vinha dorida! E é isso que sentimos sempre que a vida nos contraria: doridos! Como se não existisse solução, como se não tivéssemos qualquer responsabilidade, como se o mundo estivesse todo contra nós. Contou-me tudo aquilo que lhe tinha acontecido com lágrimas nos olhos e coração partido. Contou-me o modo como a relação terminou, o acidente que teve logo a seguir e a discussão na empresa que a tinha deixado numa posição menos confortável.

 

E, de facto, existem momentos em que parece que o mundo se virou contra nós. Em que nada nos corre bem e em que tudo se desmorona.  A vida é feita de momentos bons e momentos menos de bons. A capacidade com que vais lidar com as situações é que faz toda a diferença. O modo como escolhes viver, a posição onde te vais colocar e a forma como lidas com os imprevistos podem fazer de ti uma vencedora ou uma vítima!

 

Sabes Maria é importante acreditarmos em algo. É importante teres uma causa à qual te dediques e um legado que gostasses de deixar. Quando isso acontece as agruras da vida não te derrubam porque sabes que desempenhas um papel muito maior do que há partida podias pensar.

 

Sacode o capote de tudo o que te aconteceu e foca-te naquilo que está para acontecer. Se pudesses fazer tudo na vida qual seria o primeiro passo que darias?

 

Sabes Maria para lá de toda as sombras que insistes ver existe um mar de luz que podes encontrar!

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

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