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Amor Próprio

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

Amor Próprio

16
Jul18

Só cresce quem comete erros

Marta Leal

memorias.jpg

 

 

 

#sócrescequemcometeerros

Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

#organizatenoamor

 

E a semana passada enquanto trabalhava o processo “organiza-te no amor” com uma cliente, ouvia-a dizer “arrependo-me tanto de casar com quem casei”. Depois da sessão feita fiquei a pensar no que ela me disse. Fiquei a pensar no perigo que é ficarmos agarrados apenas ao que correu mal. Fiquei a pensar no risco que é abafarmos todos os momentos de felicidade quando o resultado não é o que pretendemos.

 

Quando te arrependes de ter casado com quem casas-te estás a arrepender-te de ter amado. Eu não consigo arrepender-me de ter casado com quem casei. Arrepender-me de ter casado com quem casei seria deitar fora imensos anos de convivência, escolhas, vivências, experiências e momentos. Sou, sem dúvida nenhuma, uma mulher de momentos. Arrepender-me de ter casado com quem casei teria inerente arrepender-me de ter tido os meus 3 filhos, não é? E isso é algo que nunca me passaria pela cabeça. O divórcio é apenas um resultado como outro qualquer.

 

Quando nos arrependemos de alguma escolha ou vivências passadas estamos a arrependermos-nos de uma parte de nós. É quase como se nos renegássemos. E quando renegamos não integramos. E quando não integramos vivemos como que incompletos. Por muita “caca” (para não escrever outra coisa) que tenhamos feitos o mais importante é mesmo aceitar e seguir em frente. Perceber que mesmo que pudéssemos voltar atrás e fazer diferente iria ser igual. Não cometeríamos os mesmos erros, mas cometeríamos outros.

 

E só cresce quem comete erros. E só evolui quem transforma erro em aprendizagem.

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

 

 

14
Jul18

Neste mundo precisamos de luz mas não de holofotes!

Marta Leal

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Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

“Não dá só para fazer a segunda metade do curso? É que da parte do desenvolvimento pessoal já sei tudo e já me conheço de uma ponta à outra. Só preciso mesmo é de ferramentas práticas para aplicar nos meus clientes. Assim vendia mais um curso e não se chateava” Manuela (*)

 

Sabe Manuela não me leve a mal mas gostaria de lhe dizer que não vendo cursos, dou formação. Que é como quem diz eu cobro os meus serviços, mas não trabalho por dinheiro. E toda a formação que dou é criada por mim com um objetivo: chegar às pessoas, fazer com que pensem, se questionem, se coloquem à prova, atinjam os seus objetivos e que se tornem melhores pessoas. É por essa razão que todas as minhas formações têm uma parte dedicada ao autoconhecimento e outra parte mais dedicada às ferramentas que podemos aplicar em contexto de trabalho. Sabe Manuela acredito que um bom profissional tem de se conhecer a si mesmo para poder trabalhar com os outros! Já pensou que este pode não ser o curso certo para si?

 

Fico muito feliz que a Manuela já saiba tudo sobre desenvolvimento pessoal. Tem mais sorte que eu. Eu quanto mais aprendo tenho noção que menos sei. E é exatamente por isso que invisto tanto em formação, livros e palestras. É exatamente por isso que quanto mais sei mais quero saber! Também acho fantástico que se conheça assim tão bem. É neste ponto que eu corro o risco de a invejar. Sabe Manuela eu todos os dias conheço um pouco de mim e isso acontece porque todos os dias me trabalho um bocadinho. Reflito nas aprendizagens que tenho com os clientes e cresço, cresço muito com as trocas de experiências. Mas esta é apenas a minha verdade que não tem forçosamente de ser a sua.

 

Não lhe poderei fazer o que me pede. Não por casmurrice, mas por respeitar o trabalho que faço e a essência do mesmo. Partir do princípio que já sei tudo é estar fechado a novas ideias e novas aprendizagens! O verdadeiro profissional, para mim, é o que se despe do que sabe para aprender com quem se cruza.

 

Sabe Manuela eu acredito que neste mundo precisamos de luz mas não de holofotes!

 

(*)nome fictício

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

 

13
Jul18

Viver é de teoria simples e prática desafiante

Marta Leal

 

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2016 e 2017 foram dos anos mais estranhos que tive. Quase que me atrevo a dizer que 2016 e 2017 foram os anos mais enigmáticos que alguma vez vivi. Tendo em conta que acredito que os nossos ciclos se iniciam no dia em que fazemos anos então os meus 47 e 48 anos foram estranhos, foram muito estranhos.  Não tanto a nível profissional mas sobretudo no que diz respeito à área pessoal. 

 

Agora que olho para trás não me reconheço no estar. Não me reconheço no acreditar nas mentiras fáceis de detetar e muito menos na passividade perante certas situações. Não me reconheço nas indecisões, na falta de assertividade nem na inércia perante uma mudança que era urgente ser feita. Não me reconheço nos avanços mas muito menos nos recuos. Identifico-me muito pouco com as pessoas que se aproximaram, as questões que surgiram e os resultados finais. Sem entrar em pormenores a verdade é que foram momentos tão estranhos que se alguém os tivesse previsto eu teria dificuldade em acreditar. Eu a mulher das escolhas perdi-me nas indecisões! Perdi-me entre o que deve ser e aquilo que é a minha essência. Perdi-me da irreverência no momento em que quis ter certezas. 

 

Acredito que por alguma razão tive de passar pelo que passei, cruzar-me com quem me cruzei e sentir o que senti. Descobri e conheci um pouco mais de mim. Surpreendi-me pela positiva mas também pela negativa. Demorou a aceitar e muito mais a perdoar. E, ontem enquanto fazia a viagem de volta a casa dei comigo a rir à gargalhada com situações que antes me tinham feito chorar. E, ontem percebi que resolvi e arrumei aquilo que precisava de ser arrumado.

 

Estes momentos fazem parte da nossa vida. Aquilo que temos mais certo é que vamos ter momentos bons e momentos menos bons. Aceitar os bons e aprender a lidar com os menos bons faz toda a diferença. Viver é de teoria simples e prática desafiante. Afinal não é o facto de teres o conhecimento que vai fazer a diferença. A diferença só é feita quando o colocas em prática.

 

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

 

12
Jul18

Acreditar

Marta Leal

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Acreditar 

Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

Durante a minha vida toda acreditei sempre que havia mais alguma coisa do que aquilo que os meus olhos viam, a minha pele sentia e os meus ouvidos ouviam. Acreditei sempre numa linha que nos liga aos outros e num qualquer “poder” que nos ajuda e nos permite a manter a sanidade mental, a lidar com os obstáculos, a atingir os objetivos e a mantermo-nos ligados a nós. Sempre acreditei numa alma mesmo que desassossegada.

 

Sempre acreditei, mas poucas vezes o referi. Acreditar em algo superior a nós faz-nos parecer estranhos aos olhos daqueles que se recusam a acreditar. E durante muito tempo não quis parecer estranha. Não me fazia sentido afirmar-me perante uma verdade que ninguém via e que poucos entendem. Com o tempo fui percebendo que os outros são apenas os outros com seres e estares que se aproximam ou se afastam daquilo que sou. Com o tempo deixei-me de preocupar com aquilo que os outros pensam e passei a viver a minha essência. Mas isso não faz com que alguns potenciais clientes se afastem? devem estar alguns a perguntar. Talvez, mas acredito que todos os que precisam de se cruzar comigo se cruzam. 

 

Hoje sei que quando acreditamos é muito mais fácil. Porque quando acreditamos confiamos, aceitamos e somos detentores de uma fé imensa que nos move diariamente rumo aquilo que cá viemos fazer. Quando confiamos e acreditamos que há muito mais que isto torna-se mais simples. Perceber que estamos aqui de passagem e que esta passagem deve ser vivida na sua plenitude faz parte de vivermos bem connosco e bem com os outros.

 

Não interessa se acreditas em fadas, anjos, gnomos, universos, deus, alá ou noutra qualquer entidade. Interessa apenas que acredites e que te movas em amor a ti e amor aos outros. E acreditar não significa moveres-te pelo medo, mas sim pelo amor. Deves-te mover pelo amor à ação que estás a ter e não pelo medo de seres castigado. Fiz-me entender?

 

Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

Inspiração e Motivação

02
Jul18

Preços simpáticos

Marta Leal

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Preços simpáticos

Marta Leal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

#finanças

 

A questão dinheiro continua a ser tabu para alguns de nós. Falar de dinheiro deixa-nos desconfortáveis e quando se trata das nossas finanças ainda mais desconfortáveis nos sentimos.  Queremos todos ter uma vida financeiramente confortável e, na maioria dos casos, não valorizamos o trabalho dos outros.

 

É frequente perceber que algumas pessoas procuram alguém que preste um serviço a um “preço simpático”. E quando falo destas situações refiro-me ás mais diversas áreas de atuação. Desde o cabeleireiro ao médico, da mulher a dias ao carpinteiro. Mas o que será isso de preço simpático? Um preço que possa pagar ou um preço que eu considero razoável para o serviço prestado? Será que quando pretendo pagar um “preço simpático” estarei a valorizar o trabalho do outro ou estarei a ver as coisas à medida da minha carteira? Será que ao desvalorizar o valor do trabalho do outro eu não estarei a desvalorizar o valor do meu trabalho?

 

Eu não trabalho por dinheiro, mas cobro os meus serviços. E quando contrato alguém gosto de ser justa no pagamento. Peço orçamento e se tenho viabilidade avanço se não tenho aguardo pelo momento em que tenha. Não discuto o valor do outro porque não me faz sentido fazê-lo. Discutir o valor do outro é achar-me no direito de mexer em carteira alheia.

 

Os nossos resultados são fruto do modo como nos movimentamos pela vida. Hoje, sugiro que reflitas sobre o modo como olhas para as tuas finanças:

  • Nunca tens o suficiente?
  • Ganhas muito dinheiro, mas ele voa?
  • Tens vergonha de pedires dinheiro pelos teus serviços?
  • Não sabes ao certo quanto tens?
  • Não sabes ao certo quanto ganhas?
  • Encontras-te numa situação financeira confusa?
  • Gostavas de ter uma situação financeira diferente?

A boa noticia é que esta situação pode ser alterada para melhor, mas vai-te exigir trabalho, compromisso, ação e valorização.

 

E agora pensa “queres ser pago a um preço simpático ou de acordo com o teu valor real”?

 

Faz da tua vida inspiração!

 

 

Marta Leal

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