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Faz da tua vida a tua inspiração!

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

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E se fosse comigo?

24.02.21, Marta Leal
Se há algo que mexe comigo é a tentativa de humilhação seja de que forma for. Não gosto nem nunca gostei de humor que humilha, de palavras inconsequentes que denigrem, e de gestos que apontam. Sempre tive dificuldade em lidar com isso e sempre irei ter. Humilhar é estratégia dos mais fracos. Difícil mesmo é estar disponível para compreender o outro no mundo do outro. É ter a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro perante a humilhação e pensar “e se fosse comigo?”. Podemo (...)

A vida é a soma daquilo que és

23.02.21, Marta Leal
Perante a notícia de que iriamos estar mais um mês em confinamento dei por mim a pensar numa conversa que tive com uma cliente há uns dias.                - Temos de nos ocupar – dizia-me ela Eu continuo a acreditar que temos de viver. E viver é completamente diferente de nos ocuparmos.  E não estou a romantizar a coisa. Porque esta situação tem tudo menos romantismo. Mas dizia eu que temos de viver de acordo com o contexto que temos nas circunstâncias que temos. (...)

O amor precisa de alimento

22.02.21, Marta Leal
As histórias de amor fazem-me sorrir e até choramingar tal é a emoção que me provocam. Sou apaixonada por finais felizes, por jantares românticas, mãos dadas e abraços sentidos. Talvez por isso goste tanto de trabalhar os relacionamentos amorosos. Mas a verdade é que tratamos muito mal o amor deixando que seja injuriado de lamechas e de irracional. Também há quem diga que o verdadeiro amor nos faz sofrer, que nos cega, que nos faz fazer figuras ridículas, e escolhas que (...)

Saudades

21.02.21, Marta Leal
2020 foi um ano escasso em formações, palestras e workshops, tudo aquilo que eu tanto gosto de fazer. Depois da pandemia tive apenas duas vezes em sala de formação, e soube-me a pouco. Despedi-me de dois grupos online, mas faltou-nos o contacto, a conversa depois da aula acabar, os desabafos, a partilha dos sonhos e dos medos, e a certeza de que crescemos todos quando nos relacionamos. Não me recordo de ter um intervalo sem ter ficado a conversar com alguém. Não me recordo de (...)

A filha do meio faz anos

20.02.21, Marta Leal
Estávamos no ano de 1998, eu tinha 28 anos e fui mãe pela segunda vez. Engordei cerca de 20 quilos, as últimas semanas só dormia confortável numa poltrona, e depois das contrações começarem ainda tive de tomar banho porque uma mulher tem de estar sempre apresentável. A Mafalda nasceu com 4,300 kg, e eu tive uma complicação pós-parto. Valeram-me uma equipa fantástica na Alfredo da Costa, e a certeza de que ainda tinha muita coisa para fazer nesta vida. Nunca tinha tido o sonho (...)

Não é hora de termos medo

18.02.21, Marta Leal
- Aí … Marta, ando com tanto medo de pessoas – disse-me ela, mal ligámos a câmara - Não devia – disse-lhe eu com aquela minha forma tão característica de comunicar. Esta sessão levou-me a pensar que de facto vivemos uma época em que empoderamos o medo em detrimento do cuidado com o outro. Empoderamos receios, incertezas, posturas de fuga, olhares fugidio, passadas rápidas, caras fechadas, quando devíamos empoderar cuidados, atenção, compreensão, sorrisos e aproximação (...)

Acreditar

17.02.21, Marta Leal
Falava sobre a eutanásia com ele. Chegámos à conclusão de que ambos defendemos o direto à escolha em caso de ficarmos ligados a uma máquina. - Não quero ficar a dar trabalho a ninguém – disse ele. - Eu cá, quero-me despachar para voltar noutra vida – disse-lhe eu. E foi aqui que a expressão dele foi impagável. Foi daqueles momentos em que gostava de ter tirado foto para mais tarde recordar. Interessante como ainda não tínhamos falado sobre este assunto. Ele acredita que a (...)

Estamos a perder a esperança!

16.02.21, Marta Leal
Ele está fora do país a trabalhar. Eu mantenho-me por aqui não ao ritmo que me é característico, mas ao ritmo que me tem sido permitido. O que nos une para além do que sentimos um pelo outro são os planos, as vontades, as gargalhadas, os momentos, o desejo, aquele viver tão nosso quando estamos juntos, e o facto de olharmos na mesma direção. Há dias tive consciência de que os planos desaceleraram, tornaram-se mais cuidadosos, quase como se estivéssemos em suspenso, e foi (...)

Faltam-me os cheiros!

15.02.21, Marta Leal
Podia começar por dizer que estou fartinha de confinamento, e não vos ia faltar à verdade. Este confinamento está-me a custar mais por estar mais sozinha, por já percebermos o que se passa à nossa volta, e porque acredito que seja um ano mais de ação do que inação. Se o ano passado aproveitei para refletir, redefinir caminhos, decidir o que me fazia ou não sentido, e descansar. Este ano estou farta de reflexão e cheia de vontade de entrar em ação.  E não é por não ter (...)

Sobre amar!

14.02.21, Marta Leal
Tendo eu um pensamento acelerado, sempre que começo a escrever imagino as letras numa correria a quererem formar palavras, frases, parágrafos e crónicas. O grande desafio é conseguir que cá fora tudo faça tanto sentido como faz cá dentro. No dia dos namorados fale-se então de amor! Hoje coloco de lado o amor próprio e falo do amor ao outro. Falo da necessidade de construção a cada amanhecer, de declarações diárias onde os sorrisos e os desejos andem de mãos dadas, falo-te (...)