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Amor Próprio

... Blogger, coach, palestrante, autora, contadora de histórias, formadora e uma apaixonada pela vida ...

Amor Próprio

02
Jun19

Sobre as histórias

Marta Leal

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#sobreashistórias

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

- Olha, não sei. Com uma história de vida dessas  o melhor é não alimentar mais.

- Pois, mas com as nossas idades todos trazemos histórias, certo?  O que interessa não é a história que trazemos, o que interessa é percebermos se a história está ou não resolvida. 

 

E a conversa continuou, mas deixou-me a pensar. Mais tarde percebi que não estava totalmente certa quando falei das "nossas idades". Não estava totalmente certa  porque até uma criança recém-nascida  passa a carregar uma história que  mais tarde podemos considerar como mais ou menos feliz. E, todos nós temos uma história que é feita de pequenos contos. E esses contos são dos mais variados estilos. Desde o drama ao amor romântico. E, o que convém perceber é que somos mais do que essa história, somos muito mais do que a soma desses contos. Somos a reflexão que fizemos sobre eles, somos as aprendizagens que tivemos, os amores que não vivemos e as pessoas com que nos cruzámos. Somos aquilo que decidimos ser com os contos que vivemos. 

 

Quando tens essa ideia bem presente consegues perceber que aqueles com que te cruzas também são muito mais do que as histórias que trazem com eles. Como seria se não conhecesses a história? Como seria se não tivesses vivido a tua história? Como seria se quando ouvisses a história te colocasses apenas no lugar de observador? Sem julgamentos? 

 

Não é a história que tu trazes e o que tu viveste. Não é tão pouco a idade que tens. É a forma como olhas, aceitas e vives a tua história! É a forma como olhas, aceitas e vives a história dos outros. 

 

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Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

01
Jun19

Educar para o legado

Marta Leal

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#educarparaolegado

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

No dia da criança gostaria de te falar da necessidade de educarmos para o legado. A maioria dos pais quer a felicidade dos filhos, e quanto a isso não há discussão. A maioria dos pais quer que os filhos sejam bem sucedidos, tenham boas notas e se integrem numa sociedade cada vez mais competitiva. Alguns pais realizam-se através dos filhos. Outros pais comparam os filhos, dão-lhes rótulos e são duros na aprendizagem. Mas são poucos os pais que educam os filhos com um sentido de legado.  São poucos os pais que investem no desenvolvimento da inteligência espiritual dos filhos. E quando falo de inteligência espiritual não me refiro a educação religiosa,  refiro-me à aprendizagem de que fazemos todos parte de um todo: humanos, animais e plantas. 

 

Desenvolver a inteligência espiritual das crianças é desenvolver o sentido de legado. É ensinar-lhes a perceber que viver é muito mais do que uma passagem pela vida. É ensinar-lhes  a perceberem que vieram ao mundo para o deixar melhor, e para fazerem a sua diferença.  Educar para o legado é: ensinar o futuro adulto a reflectir sobre o sentido da vida e a aceitar os problemas existenciais que irão surgir. 

 

Quando falamos de desenvolvimento de inteligência espiritual, estamos a falar de : 

  • Educar para a flexibilidade de pensamento e de acção;
  • Trabalhar o auto conhecimento;
  • Trabalhar a capacidade de enfrentar a dor;
    Trabalhar a capacidade de aprender com o sofrimento;
  • Trabalhar a capacidade de se inspirar com ideias e valores;
  • Trabalhar a relutância em causar danos nos outros, nos animais e no planeta;
  • Treinar para que vejam conexões entre realidades distintas;
  • Treinar o auto questionamento sobre acções e desejos, com perguntas como: – “Será que é a melhor forma de agir?”, ou “O que aconteceria se eu agisse de outra maneira?”
  • Trabalhar a capacidade de seguir as próprias ideias e ir contra às convenções, e às necessidades de validar o grupo de pares.

 

Começar a educar para o legado é educares-te a ti e aos teus filhos. É servires de modelo num mundo onde os extremos são cada vez mais extremos, e os valores são cada vez mais desalinhados com o todo. Educares para o legado é ensinares os teus filhos a terem liderança pessoal e a perceberem que podem fazer a diferença no mundo.

 

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Marta Leal

24
Mai19

Amigos para sempre

Marta Leal

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#sobreaamizade

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

Percebi, com o passar dos anos, que não sou uma pessoa de muitas amizades. Também não vou cair na frase feita do "poucas mas boas",  porque, na minha opinião,  não estará apenas relacionado com isso. Existem amizades que sem alimento acabam por morrer, existem amizades que mesmo que pareçam estar moribundas ao menor contacto renascem, e aquelas que por decisão de uma das partes sucumbem ao som de palavras mais ou menos duras ou de comportamentos mais ou menos "corretos". Mas a verdade é que as pessoas fazem-nos falta. Tornamos-nos melhores quando nos relacionamos, quando temos experiência, quando partilhamos e quando percebemos que fazemos parte de algo maior.

Perdi um dos meus grandes amigos há uns meses. Sei que altura a questão me deixou triste, mas só hoje é que percebi o quanto isso me afetou. Naquele momento, achei que tinha aceite a decisão, mas não aceitei. Para mim era para sempre. Iamos estar sempre por perto até que a morte nos separasse. Aceitei teoricamente, mas dentro de mim ficou uma dor imensa, uma zanga e uma saudade daqueles momentos que tanto me alimentavam a alma. Acho até que fiquei de birra! Dei imensas vezes por mim a pegar no telefone para desafiar para alguma coisa, contar a última conquista ou desabafar sobre algo que não estava tão bem. E, antes que o impulso se transformasse em ação,  lembrava-me que não tinha o direito de o fazer.  Não tinha o direito de o fazer porque é importante respeitar a decisão do outro. 

Com o passar do tempo fui substituindo a dor pela saudade. A saudade das risos, das partilhas, das experiências, e de tudo aquilo que vivemos juntos.  Fui preenchendo o pouco tempo livre que tenho por outras atividades, viajei sozinha, tomei novas decisões e entrei em noutras aventuras. Fui conhecendo novas pessoas, criando novas ligações e abrindo novos horizontes. Podia dizer que foi melhor assim. Mas a verdade é que ninguém substitui ninguém, e existem momentos em que a memória me transporta para risadas e situações que me colocam um sorriso no rosto. No entanto, percebi que sinto a falta do que fomos, não do que poderíamos ser ou do que éramos. 

 

Assumir e aceitar que sinto saudades tuas apagou a dor e confortou-me a alma! É no assumir e no aceitar do que sentimos que nasce a verdadeira cura. A mente limita-se a apregoar uma quantidade de mentiras que nos transportam para uma competição onde perdemos sempre. 

 

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Marta Leal

 

09
Abr19

Não gosto de todas as pessoas!

Marta Leal

 

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#nãogostodetodasaspessoas

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

Não gosto de todas as pessoas com que me cruzo nem tão pouco gosto de todos aqueles que conheço. Dizer o contrário era unir-me às vozes dos que defendem que somos todos boas pessoas e aliar-me aos que por uma questão do "politicamente correto" se forçam a viver uma emoção que não é sentida. Não. Não acredito que sejamos todos boas pessoas. Não gosto e não tenho de gostar.  Existem pessoas más. Existem pessoas que sem qualquer escrúpulo manipulam, enganam, humilham e destroem outras pessoas como se nada fosse. Tenho dificuldade em relacionar-me com a maldade gratuita e a maledicência cultural. Confunde-me os que se riem e aproveitam da desgraça alheia, os que perante uma injustiça rejubilam e festejam a queda dos demais. 

 

Vou mais longe. Não só não gosto como não mantenho por perto. Porque perto de mim só quero aqueles que me fazem sentido. Aqueles que são meus, aqueles que se movem pelos mesmos valores, que integram os mesmos desejos e que sabem que fazem parte de um todo. Mas atenção que não gosto, mas respeito e se, por qualquer razão,  tiver de conviver,  convivo.

 

Assumir que não gosto de todas as pessoas foi, em determinada altura, libertador. Livrei-me da culpa e assumi a responsabilidade. E isso levou-me à tomada de consciência de que o facto de não gostar de certas pessoas está mais relacionado com aquilo que eu sou do que com o que elas são. E esse é um principio que é importante que sigas. Perceber  que qualquer pensamento que tenhas, qualquer emoção que sintas, qualquer ação que faças está mais relacionado com quem és do que com o que os outros são.

 

Com o avançar na idade percebi que viver de acordo com a nossa verdade faz muito mais sentido!

 

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Marta Leal

 

18
Mar19

Sobre o crescimento da alma

Marta Leal

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Há dias em que percebo que é na escrita que me revelo. Muito mais do que na forma como me apresento ou nas palavras que debito. Na escrita existe uma entrega sem interrupções, sem pressões e sem qualquer tipo de castração. Estou mais entregue a mim, aos meus pensamentos e à minha intuição.

 

Reparei hoje que há cerca de dois meses que não “blogo”. Se 2018 foi de reflexão, 2019 está a ser de concretização. Entre apresentações do livro, entrevistas, preparação de novo site, criação de novas formações, novos projetos na educação de adultos, projeto de novo livro, consultas de desenvolvimento pessoal, palestras e formações o tempo vai passando e as palavras ficam apenas em forma de pensamento.

 

Fiz 50 anos há cerca de catorze dias. E ao chegar aos 50 percebo que afinal aquela frase que tantas vezes li e ouvi, mas sobre a qual não refleti, é verdadeira. O tempo passa rápido. E, não vou cair na tentação de vos dizer para aproveitarem, para viverem ao máximo, para seguirem os vossos sonhos porque isso já todos sabem. A verdade é que somos muitos a saber que a vida passa rápido, mas somos poucos a refletir e a integrar essa verdade. Porque se integrássemos faríamos diferente. Acredito que se integrássemos criaríamos mais relações e menos afastamentos.

 

No mês em que completo os meus 50 anos peço-vos para aceitarem o envelhecimento. Aceitarem que o envelhecimento nada mais é do que um crescimento da alma. E uma alma “crescida” assume rugas, percursos, escolhas e diferenças. Porque uma alma “crescida” sabe que o mundo é muito mais do que palavras e aparências. Porque uma alma “crescida” sabe que tem um propósito e que esse propósito envolve todas as outras almas com quem se cruza.

 

E, no dia em que a minha alma partir quero levar comigo todas os sorrisos, palavras, experiências e a certeza de que vivi uma vida que mereceu ser vivida! No dia em que a  minha partir quero sentir que a honrei no ser e no estar!

 

 

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Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

12
Jan19

Organiza-te no Amor

Marta Leal

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#organiza-tenoamor

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

 

A poucas horas de mais uma apresentação do meu livro “organiza-te no amor” revejo-me num sonho de infância/adolescência. Passava horas a ver “murder she wrote” e a imaginar-me no papel de Jessica Fletcher que passava os dias a escrever e a viajar para divulgar os livros. Pelo caminho resolvia crimes sempre de um modo bem-disposto e intrigante.  Hoje sei que foi esta personagem que me fez acreditar que a qualquer momento podemos mudar de vida e realizar um sonho.  Hoje percebo o modelo que estou a seguir.

 

Substitui os crimes por uma história de amor. Substitui a resolução de crimes por aulas de desenvolvimento pessoal, mas a base está lá. E é tão bom quando reconhecemos que estamos a seguir um modelo e um sonho que conscientemente não nos lembrávamos sequer.  

 

Aquilo que era a realização de um sonho está a transformar-se em algo maior. Abro-vos a curiosidade com o início do livro e aproveito para agradecer toda a procura que o livro tem tido. Agradeço de coração cheio e sorriso enorme!

 

“Li algures que conhecer as pessoas é como ler um livro. Vê-se a capa e tiram-se conclusões. Aproximamo-nos daquilo com que nos identificamos e temos tendência a repelir o que à primeira vista não faz parte de nós. Estranhamos o diferente e sentimo-nos seduzidos por aquilo que mais se identifica connosco. Muitas vezes ficamo-nos pela capa enquanto franzimos o nariz num ato mais ou menos de desdém.

Quantas aventuras estaremos a perder?

Quanto histórias nos estaremos a impedir de conhecer?

Outras vezes olhamos com curiosidade e atrevemo-nos a ir muito mais além da capa. Difícil é, nos dias de hoje, chegar ao fim de um livro.

                A vida raramente é aquilo que definimos, aquilo que um dia sonhámos ou mesmo aquilo que entendemos que seja. As pessoas nem sempre são aquilo que pensamos que são, aquilo que queremos que sejam ou aquilo que entendemos que devem ser, porque, afinal, não se trata de nós, trata-se apenas delas.

                Pelo caminho temos ilusões e desilusões, sonhos desfeitos e sonhos alcançados, vitórias e derrotas, amores e desamores, risos e choros e muitas, mas mesmo muitas dúvidas e certezas. Enquanto vivemos, misturamos ingredientes, alteramos rotas, questionamos vontades e avançamos, nem sempre com a certeza de estarmos onde devemos estar e estarmos com quem queremos estar.

                Este livro é dedicado àqueles que se atrevem para lá do desconhecido. Aos que saem da sua zona de conforto e decidem ser o que querem ser. Aos que decidem amar de coração cheio e viver, porque é disso que se trata: viver!”

 

 

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Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

07
Jan19

Quero que se dê muito mal!

Marta Leal

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#queroquesedêmuitomal

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

- Sabes aquilo que eu mais desejo?

 

- Não.

 

Respondi não, mas podia ter respondido sim. Pelo tom de voz, expressão do rosto e tensão no corpo era fácil perceber o que me ia dizer.

 

- Que se dê muito mal na vida!

 

Tenho por princípio não refutar aquilo que me dizem principalmente quando as emoções estão ao rubro.  Deixo que falem. Deixo que falem até que se libertem do que os oprime, confunde, revolta e magoa. Faço isso em sessão e faço isso no dia-a-dia com os amigos. Contrariar, refutar ou mesmo afirmar que estão errados é não saber ouvir. Mesmo que  não concordemos devemos ter em atenção que a pessoa que está à nossa frente está em dor e precisa de se libertar.

 

Nesse dia fiz o que costumo fazer. Deixei-a falar até à exaustão. O sol estava agradável e o ambiente também. Ficámos por ali mais tempo do que era suposto, mas ela precisava e a mim não me incomodava.

 

- Não dizes nada?

 

- A única coisa que te posso dizer é que quando desejas mal aos outros estás a desejar mal a ti.

 

- Hã?

 

- Sim. Tenho por princípio que tal como não deves fazer ao outro aquilo que não queres que te façam, também não deves desejar ao outro aquilo que não desejarias a ti. Para além disso temos a lei do retorno que tem uma tendência a manifestar-se quando menos se espera.

 

- Tretas!!!, respondeu-me ela enquanto mudava, miraculosamente, de conversa.

 

A realidade é que procuro sempre seguir aquilo que lhe disse. Quando não o faço sinto-me incomodada e a ser incongruente com quem sou e com o que defendo. Quando desejamos mal ao outro estamos a desejar mal a nós. Espalhamos uma energia de raiva, ódio, revolta e maledicência que não nos faz nada bem. E, enquanto o outro segue descansado a sua vida nós remoemos algures entre a impotência, a raiva, a incredibilidade e a sensação de injustiça.

 

Eu sei que não é fácil. Que existem situações que se prolongam em nós por tempo infinito tal foi a marca que nos deixaram. Mas cabe-te a ti decidir se largas ou agarras! Se continuas a destilar o ódio que te vai infetando lentamente ou escolhes viver em amor-próprio, aceitando e libertando. Quando te libertas do que te faz mal, a vida tem outro sabor, sabias?

 

 

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Faz da tua vida inspiração!

Marta Leal

06
Jan19

Faz da tua vida inspiração

Marta Leal

 

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#fazdatuavidainspiração

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

Ao fazer o balanço dos resultados referentes ao ano passado percebi que existiram duas situações que me preencheram: o curso “faz da tua vida inspiração” e o livro “organiza-te no amor”.

 

O curso surgiu de algumas situações que constatei nos últimos anos. A dificuldade que temos em focarmo-nos em nós e naquilo que desejamos, a falta de autoconhecimento, a falta de autoaceitação, a dificuldade na gestão emocional, entre outras. Começámos em junho de 2018 e os resultados não podiam ser melhores. Em mais de 100 inscrições recebemos apenas um pedido de desistência do curso (nos primeiros 3 dias) e os feedbacks não podiam ser melhores.

 

Estivemos cerca de 6 meses com um preço promocional e a meio do caminho decidimos oferecer 10% das inscrições a uma associação de apoio animal. Temos ajudado a fazer a diferença e sei que vamos continuar a fazê-lo. E é isso que me move diariamente, deixar o mundo melhor do que aquilo que encontrei.

 

Inspiramo-nos nos outros e esquecemos que podemos fazer da nossa vida inspiração, para nós e para aqueles que nos rodeiam. Este curso, tem como objetivo:

 

  • Que te conheças
  • Que te aceites
  • Que aprendas a decidir
  • Que aprendas a fazer escolhas
  • Que te foques em ti em primeiro lugar
  • Que te coloques em primeiro lugar
  • Que vivas a vida que mereces viver
  • Que largues o que não te serve
  • Que acredites nos teus sonhos
  • Que transformes os teus sonhos em objetivos
  • Que vivas a tua essência
  • Que faças da tua vida inspiração!

 

Vamos falar de ti, de amor, de objetivos, de dor, de sofrimento, de vida, de morte, de sonhos, de foco, de resiliência, de persistência, de crescimento, de força de vontade, de energia, de ação, de amizade, de escolhas, de decisões, de desapego, de linguagem verbal e linguagem não verbal, etc.

 

Como?

Através de exercícios de reflexão, filmes, histórias, perguntas e alguma teoria.

 

Base?

A base desta formação são o coaching, a hipnose conversacional, a teoria da força de vontade, inteligência emocional, inteligência espiritual, a programação neurolinguística, Louise Hay e toda a aprendizagem que tenho tido com os clientes em sessão.

 

Processo?

O curso começa dois dias depois da inscrição e o pagamento serem feitos.

O curso é totalmente online. Diariamente receberá um email com o desafio diário e, sugiro que faça todos os exercícios propostos num caderno apenas para esse efeito. Fica o seu diário!

 

Duração?

365 dias

 

Valor?

25€ mês se pago mensalmente.

250€ se pago na totalidade.

 

 

Certificado?

No final será entregue um certificado de participação.

 

Atreves-te?

 

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Marta Leal

05
Jan19

Dias que nos derrubam

Marta Leal

 

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#diasquenosderrubam

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

Desliguei o telefone com uma sensação de impotência. Existem momentos em que nos sentimos de pés e mãos atadas. Mesmo que tenham sido as nossas decisões que nos levaram a esses acontecimentos.  E em situações dessas sinto-me esmagada pela avalanche de pensamentos que teimam em aparecer.  São os dias que me derrubam ou, melhor escrevendo, são os dias em que me deixo derrubar. Sim. É verdade existem dias em que me deixo derrubar!

 

Existem dias que de tão duros que são nos fazem sentir tal e qual um saco de boxe. São os dias que nos testam, que nos amassam, que nos colocam dúvidas e nos fazem questionar as escolhas que fizemos, os passos que demos e os caminhos que percorremos. São os dias em que perdemos a paciência, a tolerância e fazemos birra de tão contrariados que nos sentimos. É neles que nos permitimos choramingar, parar e rendermo-nos ao facto de que há momentos em que se torna mesmo necessário encostarmo-nos à margem e esperar que a maré mude.  

 

Remar contra a maré é esgotares-te, perderes-te de ti e daquilo em que é suposto estares focado. Da próxima vez que um dia te derrubar, deixa-te cair. Aproveita a queda para descansares e te redefinires. É, exatamente, no momento em que assumes a tua fraqueza que te tornas mais forte, sabias?  

 

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Marta Leal

04
Jan19

Não sei o que fazer à minha vida

Marta Leal

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#nãoseioquefazeràminhavida

#amorpróprio

#desenvolvimentopessoal

 

- Não sei o que fazer à minha vida – disse-me ela.

 

Instalou-se enquanto as palavras lhe saiam mais rápidas que os gestos. Diria até que a descoordenação era total. Os gestos demonstravam cansaço. As palavras demonstravam uma luta pela sobrevivência.

 

Ouço esta frase muitas vezes. Seja em ambiente de formação, seja em ambiente de sessão ou mesmo nas relações pessoais. Existiram momentos da minha vida em que também as ouvi na minha cabeça. E, pode ser que me engane, mas vão existir momentos em que as vou voltar a pensar ou mesmo verbalizar. Faz parte. A vida é feita de momentos bons e momentos menos bons. Feita de situações totalmente claras e situações que nos deixam confusos, desconfiados e com a sensação de impotência.  Termos a noção de que não sabemos o que fazer à nossa vida é o primeiro passo para seguirmos em frente.

 

A ti que já passaste ou passas por isso só te posso dizer que é normal. É normal que questiones caminhos, vontades, formas de estar e de ser. É normal que aquilo que pensaste ser seguro o deixe de o ser. É normal que o caminho que pensaste que era certo não o fosse e que aquilo que esperas não chegue no momento em que pensaste que chegaria.

 

Passares por isso faz parte da tua evolução e do teu crescimento pessoal. Sentires-te perdido e sem saber o que fazer faz parte de um questionar que a maioria de nós não faz. Lembra-te que a ordem nasce do caos!

 

Se me permites sugiro que pares e que olhes à volta. Que percebas o que te trouxe ao momento onde estás, mas sem qualquer tipo de julgamento. Olha para os factos apenas como factos. Depois decide o modo como vais lidar com a situação. Tomar a decisão de mudança é o primeiro passo para saíres de onde estás e caminhares para onde queres ir.

 

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