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Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Como é que funcionas com os teus sonhos?

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Sou uma mulher de sonhos e sou uma mulher de concretizações. Gosto de pessoas que sonham e que concretizam. Gosto daqueles que sabem que o limite é apenas aquele que eles se impõe a eles mesmos. Gosto dos que se atrevem a sonhar, dos que caem e se levantam, dos que perante a adversidade procuram soluções e dos que tem tendência a não se render. Admiro os que por entre lágrimas, dor e desespero ainda sorriem enquanto balbuciam "vai correr tudo bem!".

 

Como é que funcionas com os teus sonhos? Queres e vais á procura de soluções ou impedes-te de o fazer com medo de falhar? És do que desiste pelo que os outros dizem ou se sabes o que queres não há nada nem ninguém que te impeça de avançar?

 

Estás rodeado dos que te alimentam os sonhos ou dos que te querem impedir de sonhar?

 

Aqueles que te alimentam os sonhos são pessoas altamente motivadas e inspiradas, são pessoas que se mantém positivas face a obstáculos e que tomam a decisão de se responsabilizar pelos seus actos. São aqueles que perante o teu sonho te ajudam na procura de soluções.

 

Aqueles que te impedem de sonhar são os que espalham a incerteza, os que te desanimam perante as adversidades, os que fazem o papel de vitima e os que ficam presos ao passado. Os que te impedem de sonhar são aqueles que perante o teu sonho te vão falar de todos os obstáculos que vais ter de enfrentar. Os que vão espalhar o medo tal e qual se espalha veneno.

 

Mas tu no fundo sabes que o que eles dizem não interessa nada. Tu no fundo sabes que se te alinhares a quem és nada nem ninguém te vai poder parar.

 

E então? Qual é a desculpa que tens usado para não te permitires voar?

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

 

5 Perguntas que deves fazer para encontrares o teu verdadeiro caminho

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Nascemos, crescemos e vamos sendo direccionados pelos sonhos, pelos pais, pelos que nos rodeiam, pelo que ouvimos e pelo que vimos. Assimilamos palavras, conceitos, experiências, ideias e fazemos escolhas com base nisso. Por vezes, esquecemos quem somos a favor daquilo que acreditamos ser o melhor para nós.

 

Fazemos o caminho cheios de expectativas e vontades. Fazemos o caminho e acreditamos que vai ser tudo excelente ou se formos do tipo mais pessimista que vai ser tudo péssimo. A verdade é que o caminho vai ser um oscilar entre o bom e o mau,  entre momentos de loucura e momentos de sanidade, entre momentos de avanço e momentos de recuo, entre momentos de prazer e de dor e entre momentos de certezas e momentos de incertezas. Vão existir situações em que vais querer desistir e situações em que não desistirias por nada deste mundo.

 

Mas existe aquele momento em que chegaste aquela idade onde concretizaste o que te propuseste e não te sentes como achavas que te ias sentir. Percebes que há algo que te impede de te sentires preenchido, feliz ou mesmo realizado.  Pode acontecer que tenhas consciência daquilo que gostarias realmente de fazer e pode acontecer que não faças a mínima ideia.

 

Deixo-te algumas perguntas sobre as quais acredito ser importante que reflictas:

 

  1. Quem sou eu?
  2. Qual é a coisa mais importante na minha vida?
  3. O que é que eu tanto gosto de fazer que me faz perder a noção de tempo?
  4. Qual o legado que eu gostaria de deixar no mundo?
  5. O que é que eu faria se tivesse apenas 6 meses de vida?

 

Responder a estas perguntas direcciona-te para quem és e para aquilo que te faz sentido a ti. Mesmo que não acredites começa. Experimenta e permite-te sair daquela zona onde te sentes tão protegido.

 

Procura-te naquilo que sabes que és!

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

 

Em Setembro!

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Setembro tem um efeito mágico em mim. Sou, definitivamente, uma pessoa de dias frescos, cheiros de terra molhada ou mesmo de castanha assada. Gosto tanto do cheiro a orvalho, das cores que recebem o outono e de todo o recolhimento que lhe está associado. Gosto de um sol mais distante, de um calor mais ameno e de umas cores menos fortes. Gosto da organização do tempo, da vida e das vontades que Setembro começa a exigir. Sinto-me de regresso a casa neste mês de Setembro!

 

Falo de casa e lembro-me do quanto é importante sentirmos-nos em casa. Do quanto é importante sentirmos que o nosso ninho não só faz parte de nós como deve ser um prolongamento de nós. Sabes? Não interessa se aquilo que gostas, se aquilo que te faz sentir bem ou mesmo se aquilo que te preenche não faz sentido aos outros. O que interessa é que te faça sentido a ti.

 

Com Setembro entram novos projetos, novas parcerias e novas vontades. Vamos aliar o coaching à dança, ás viagens, á rádio, ao livro e ao crescimento individual de cada vez mais pessoas. Cá por casa os filhos estão a voar para fora do ninho e é com grande satisfação que os vejo fazer isso. Fica a sensação de trabalho feito e de vontades partilhadas. Não terei acertado em tudo nem tão pouco era suposto fazer isso. Não terei conseguido estar em todas as ocasiões, chegar a todo o lado ou mesmo compreender todas as suas frustrações, comportamentos e atitudes. O que sei é que todas as minhas decisões pessoais tiveram sempre como objetivo o bem estar e a dinâmica familiares. Porque cá por casa a mãe sabe que quando se decide ser mãe é para a toda a vida.

 

Coaching Inspiracional!

Marta Leal

Ouve o teu sentir, a tua essência, a tua alma.

Existem coisas que ainda me confundem. Em especial quando ando mais distraída de mim. Quando me foco tanto nos resultados que me esqueço de me ouvir. E muitas vezes o que me confunde está justamente entre o querer, dever e o sentir. Já alguma vez vos aconteceu querer uma coisa, achar que devemos e sentir que não é o certo? E isto aplica-se não só a objectos mas também a pessoas, vontades e atitudes. Queremos muito e no entanto sentimos desconforto nesse querer. Mesmo quando todos os obstáculos são retirados do caminho o desconforto mantém-se  e a dúvida persiste!

 

Nesses momentos o mais certo é ouvires-te. Mas quando falo de ouvir não me refiro a que ouças o teu pensamento. Refiro-me, sim, a ouvir o teu sentir, a tua essência, a tua alma. Porque é apenas quando te ouves a ti que as respostas "certas" surgem! Depois, aceita e assume a tua decisão. Mesmo que de um ponto de vista racional não te faça sentido, aceita!

 

Coaching Inspiracional

Marta leal

 

Fomos educados para aplaudir o sucesso e repudiar a falha.

 

 Sabem quando tropeçamos e começamos a descer as escadas mais rápido do que queriamos? Foi exatamente isso que me aconteceu domingo à noite: espalhei-me! Não ao comprido porque havia muita gente que me amparou na queda mas quase ao comprido. A conclusão a que chego é que me espalho sempre de saltos rasos e que sou desengonçada a andar com um certo tipo de sandálias. As calças ficaram um bocadinho mais rotas e o joelho esfolado a verdade é que sou um osso duro de roer ou melhor escrevendo um esqueleto duro de se partir.

 

Por vezes também tropeçamos e nos espalhamos na vida. Espalhamos-nos nas decisões que tomamos, na forma como lidamos com o outro, nas escolhas que não fazemos, nas pessoas que escolhemos ter ao nosso lado e outro sem número de coisas. Os tropeços e as quedas fazem parte da vida daqueles que se atrevem a viver. Só não cai quem fica parado. Tropeçar e cair não é motivo de vergonha mas sim de aprendizagem. Precisamos cada vez mais de entender que o erro não está nos que caem mas sim naqueles que permanecem parados.

 

Fomos educados para aplaudir o sucesso e repudiar a falha. O que ninguem nos ensinou é que um faz parte do outro. E que não somos menos por errar nem mais por acertar. Somos os mesmos perante situações diferentes. Tropeçar e cair não tem mal nenhum. O unico mal reside no facto de te manteres no chão durante tempo indeterminado. 

 

A queda faz parte da ascensão, sabias?

 

Coaching Inspiracional

Marta Leal

O modo como és feliz só a ti te diz respeito, sabias?

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Cá por casa, os meus dias começam sempre com o miar e ladrar dos quatro patas. Existem os que querem comer e os que querem atenção. Existem os que pedem atenção e o que se limita a olhar de modo sobranceiro à espera que me dirija a ele, não fosse o ronronar e iria ficar na duvida daquilo que ele poderia ou não querer. Tenho de confessar que a convivência entre cadela e gatos nem sempre é pacifica. Também tenho de confessar que a convivência entre mim e os xixis que, de vez em quando D. Diva insiste em espalhar pela casa, também não. Mas faz parte. Todas as decisões têm uma consequência e quando se decide adoptar, na minha humilde opinião, é para a vida. 

 

A maioria de nós vive uma busca incessante pela felicidade. Procuramos a felicidade na pessoa que amamos, na carreira que pretendemos ter, na casa que queremos adquirir, no país que queremos visitar  ou mesmo na cidade onde queremos morar.  Ansiamos pelos grandes momentos e deixamos escapar o pormenor.  E, como todos sabemos, é no pormenor que reside a diferença. Permitirmos que a vida nos passe ao lado em busca de uma felicidade ilusória.

 

Ser feliz não está directamente relacionado com o modo como expressas a felicidade. É importante entenderes que cada um de nós expressa a felicidade do modo como a sente. Existem os que pulam e gritam, os que ligam a toda a gente, os que postam nas redes sociais, os que rejubilam e saem com os amigos e depois existem aqueles que a vivem em silêncio. O modo como vives a felicidade é o teu modo. Não insistas em compares-te ou em olhar para os outros. E achamos que não somos felizes porque criamos expectativa sobre o que é a felicidade e a forma como uma pessoa feliz se comporta. O modo como és feliz só a ti te diz respeito, sabias?

 

 

Coaching Inspiracional 

Marta Leal

 

E o que é a vida se não uma soma de bons e maus momentos?

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Ao contrário da maioria das pessoas em agosto trabalho imenso. Os dias têm sido passados em sessões de coaching e correções de trabalhos das formações e-learning. Para trás têm ficado o livro, as preparações dos vídeos e a programação das próximas edições da rádio. Eu sei que tenho tempo, mas há momentos em que sinto que ele voa!

 

Dentro desta dinâmica, toda ela intensa, a vida social tem ficado para trás. Entre trabalho, quatro patas, filhos e momentos a sós (dos quais não abdico) tenho tido consciência da falta que aquele que foi, durante anos, o meu melhor amigo me faz. Perdermos o nosso melhor amigo, ou amiga, dói. Dói pela saudade, pelas risadas, mas sobretudo pelos desencontros. Dói pelo afastamento e dói pela comparação que fazemos quando estamos com outras pessoas. Criam-se hábitos de partilha, de horas de conversa, de opiniões, de tomadas de decisão e sobretudo de apoio e desafio.  Foram anos, foram mesmo muitos anos de viagens, de almoços e jantares, de horas infinitas de conversa, de momentos de silêncio, de noitadas e copos e de debates de opinião. Outros tempos outro ciclo de vida.

 

Mas porque estarei eu a falar de tristeza num mês que decidi falar de felicidade? Porque sermos felizes não nos impede de termos momentos tristes. De refletir sobre aquilo que temos e aquilo que sentimos falta de ter. Podemos ser pessoas felizes detentoras de momentos de tristeza. Faz parte. Faz parte aceitarmos a tristeza tal como faz parte aceitarmos a felicidade. Aceitar que nesta equação todos os sentimentos são bem-vindos é preparas-te para o bom e o mau. E o que é a vida se não uma soma de bons e maus momentos?

 

Coaching Inspiracional

Marta Leal

Aceitar o que a sociedade nos impõe como felicidade está errado.

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Ontem dei comigo a rir à gargalhada enquanto os "miúdos" jogavam a isto. E as minhas gargalhadas não surgiram pelas figuras que estavam a fazer mas pelas gargalhadas que estavam a dar, pelas risadas e pelo companheirismo. E é exactamente nestes momentos que eu sei que podemos não ser uma família tradicional, podemos ter dinâmicas muito próprias, podemos ter ideias muito vincadas, mas somos uma família feliz. 

 

Reconhecer-me na educação e formação que lhes transmiti faz-me sentir feliz. E esta felicidade não tem a ver com os cursos que tiraram ou vão tirar, com o sucesso que têm ou vão ter, está sim relacionada com eu perceber que educa-los na essência de quem são permitiu que as asas deles se expandissem. Nunca me prolonguei nos sonhos deles. Os sonhos deles são os sonhos deles. Os meus sonhos são os meus sonhos. 

 

Aceitar o que a sociedade nos impõe como felicidade está errado. Aceitar que ser feliz é ter tudo ou não ter nada, também. Não me reconheço na noção de que só somos felizes quando temos uma boa casa, um bom carro, uma boa carreira e uma excelente conta bancária. Também não me reconheço na noção de que só somos felizes quando não temos nada e vivemos desapegados de tudo. Reconheço-me num conceito de felicidade em que o ter não tem importância nenhuma e em que o ser se reconhece e se aceita. 

 

Lembra-te sempre que o que serve aos outros nem sempre te vai servir a ti. Procura, mas procura mesmo aquilo que te faz feliz!

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

Ser feliz passa por te aceitares a ti e não te resignares a quem és!

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Por vezes perco-me daquilo que defino. Gosto deste meu lado humano que insiste numa irreverência até comigo mesma. E uma das resoluções que ainda não estava definida seria como gozar a semana de férias. Está decidido! De 1 a 8 de Setembro estou de férias e o destino será revelado mais tarde. 

 

Olhar para nós de forma neutra e percebermos quem somos faz parte de todo um processo que nos leva à felicidade. Não é fácil. Olhar para nós não é, de todo, fácil. Fomos ensinados a olhar para nós com base na comparação e não na reflexão. Com base na vitimização e não na responsabilização.

 

Saber quem sou passa por perceber como ajo, como reajo, como me expresso, como me relaciono, como têm sido os meus padrões de comportamento, o que gosto, o que não gosto, as minhas qualidades, os meus defeitos, os meus sonhos, as minhas derrotas, as minhas ilusões e as minhas desilusões. Saber quem sou vai-me ajudar a tomar decisões de mudança, vai-me ensinar a lidar com expectativas e frustrações, com os altos e baixos e com momentos de alegria e de tristeza.

 

Mas nós, os humanos, gostamos pouco de olhar para nós. Ou então olhamos de forma intensa onde a busca da perfeição é tal que se salta de insatisfação em insatisfação. Passamos do 8 ao 80 e procuramos não aquilo que nos serve mas aquilo que serve aos outros. Esquecemos-nos que cada um de nós vivencia as coisas de forma diferente. 

 

Ser feliz passa por te aceitares a ti e não te resignares a quem és! Faz sentido?

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

E um dia, deixo de te sentir e limito-me a recordar-te

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Existem aqueles dias em que a tua ausência se torna insuportável. Nesses dias, sou até capaz de esquecer as incompatibilidades, as palavras malditas e até as situações mais constrangedoras. Controlo-me. Controlo-me tanto para não te contactar, para não te falar, para não te dizer para tentarmos mais uma vez. Controlo-me para não te saltar para o colo e dizer que te amo. Controlo-me, e tu sabes que no que diz respeito ao amor eu não sou de me controlar.

 

Sorrio ao som dos momentos bons. Há uma tendência em mim para que seja sempre assim. Para que os momentos bons me façam sorrir. Por vezes, naqueles momentos mais insanos em que o dialogo de mim para mim se torna intenso, converso contigo. Houve momentos em que discuti, te ofendi e te disse tudo o que ficou por te dizer. Hoje, conto-te o meu dia, as minhas vitórias e as minhas dúvidas. Ai caraças, as minhas dúvidas que tanto me ajudavas a desconstruir. Hoje sou eu que as desconstruo e percebo que consigo viver sem ti, e percebo que consigo funcionar sem ti.

 

E depois percebo que são mais os dias que não penso em ti, do que os que penso. Percebo, também, que na tua ausência cresço diariamente não porque me impedisses de o fazer, mas apenas porque me recusava a fazê-lo. Foi melhor sim. É melhor assim. Convenço-me eu nos dias em que sinto a tua ausência.

 

E um dia, quem sabe, deixo de te sentir e limito-me a recordar-te. E será apenas nesse dia que eu sei que estarei, novamente, preparada para amar. Será apenas nesse dia que um amor pode dar lugar a outro amor!

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

 

 

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