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Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Quando os filhos crescem a saudade deve dar lugar à recordação

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Cá por casa entrámos na nova dinâmica. A filha mais nova virou filha única, pelo menos durante a semana. Horários e tarefas passaram a ser divididos por duas e o silêncio impera de um modo sereno e ao mesmo tempo assustador.  Se prestar bem atenção e me concentrar ainda consigo ouvir todos os sons que faziam parte de nós fossem as gritarias entre manos, a presença diária dos avós, as entradas e saídas para escolas e atividades, os amigos, os namorados, as canções à hora de jantar e tudo o resto que nos caracteriza tanto! Somos diferentes, somos pouco convencionais no modo como nos relacionamos e menos convencionais no modo como nos apoiamos. A verdade é que saia quem sair a porta fecha-se sempre com um "love u mãe". 

 

Trabalho diariamente com mães e pais que me apresentam este mesmo cenário. Diariamente a recusa em perceberem que são muito mais que mães ou pais  é uma realidade. É importante percebermos que se fecham uns ciclos e abrem-se outros. Faz parte de uma vida que merece ser honrada e vivida. E é importante despedirmos-nos dos que se fecham e dar as boas vindas aos que se abrem. Despedirmos-nos com um sorriso no rosto e muito amor no coração. A saudade deve dar lugar à recordação. Uma recordação onde impere a certeza de que foi tudo feito de modo certo com o conhecimento que existia na altura. Uma recordação daqueles momentos que nos aqueceram a alma e nos fizeram pensar que sempre estivemos no sitio certo a fazer o que fazia sentido. Soltar. A palavra de ordem deve ser soltar o passado para viver o presente. De nada te vai adiantar viver um presente onde lamentes o que não fizeste no passado.

 

E agora perante o novo ciclo pensa em tudo o que gostarias de ter feito para ti. Larga o teu papel de mãe/pai e procura quem realmente és.  Eis um conjunto de perguntas que te podem ajudar nesta nova fase de vida:

 

  • Quais são os teus recursos internos?
  • Quem é o teu grupo de influência? Quais são as pessoas que vivem à tua volta?
  • Quem eras quando eras mais nov@?
  • Quais as tuas vitórias?
  • Onde te destacaste?
  • O que sabias fazer bem e deixaste de fazer?

 

Está na hora de deixar a saudade dar lugar à recordação, de seguir em frente e quem sabe de realizar aquele sonho que ficou esquecido na gaveta. Crie novas estratégias, faça coisas novas, mude de visual, mude o guarda-roupa, ria muito e lembre-se de quem um dia sonhou ser.

 

Coaching Inspiracional

Marta Leal

 

 

 

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