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Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Porque um pouco de mau feitio nunca fez mal a ninguém

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Usual cruzarmo-nos com aqueles que se escondem por detrás de um estado supremo de sabedoria e certezas absolutas. Parte-se do principio que só passa confiança quem nunca erra e quem nunca mas nunca volta com a palavra atrás. Se algum dia me ouvirem dizer isso dêem-me com uma martelada ou façam um exorcismo porque algo tomou conta de mim. Cá por casa acredito que passa confiança quem se assume num misto de virtudes e defeitos, erros e conquistas, lágrimas e sorrisos. Cá por casa acredito que na minha profissão é totalmente promiscuo assumir uma inexistente mais que perfeição. Até porque como posso ajudar alguém a ser se eu não o consigo fazer?

 

A isto chamo assumir responsabilidade sobre quem somos independentemente de quem gostariámos de ser. Assumires-te no que és vai-te ajudar a a chegar a quem queres ser, sabias?

 

Desde que a nova quatro patas veio cá para casa sinto que tive mais um filho daqueles que dão más noites. E antes que se levantem as vozes dos que não vão concordar que eu compare os filhos á cadela eu passo a explicar. As primeiras noites foram de ganidos, as ultimas de latidos. Ao que consta a senhora dona Diva vai pela calada da noite tentar comer o alimento pertencente aos gatos. Eles, os gatos, muito habituados a pouca partilha encurralam-na enquanto ela, sem grandes armas para usar, se defende com um latido estridente que se propaga por todo o apartamento. A dinâmica das saídas á rua está instalada e só o mais que tudo, agora conhecido como não dono, que se recusa a ser dono da cadela é que não entra na equação. 

 

Porque eu continuo assim muito mãe, muito mulher, mas sobretudo muito eu mesma!

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