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Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

O mundo move-se entre o dar e o receber.

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Sou mãe de três. Sou mãe dos filhos mais especiais do mundo apenas porque são meus filhos. Neste momento, os caros leitores estarão a pensar exatamente o mesmo em relação aos vossos filhos. Os nossos filhos são sempre especiais. Queremos que sejam felizes, que sejam aceites, que façam a escolhas certas e que tenham sucesso na vida.

 

Temos dúvidas e temos medos mas é importante que os deixemos voar, crescer, fazer aprendizagens e aprender com eles. Sim,  porque partir do pressuposto que só nós é que ensinamos é totalmente errado. Aprender com os filhos é uma benesse á qual poucos se permitem. Permitirmo-nos ouvir pela voz deles e ver pelos olhos deles tem efeitos que poucos sentem ou se permitem sentir.

 

Acredito mesmo que o desafio não está nas horas de sono perdidas, nas viagens de levar e trazer, nas casas cheias de amigos, nas birras, nos nãos, nas doenças e nas pernas partidas. Acredito que o maior desafio está em aceitarmos que não são nossos, que tem vontades próprias e que um dia vão voar. Acredito que o maior desafio é perceber que têm vontade própria, que sabem o que querem e que têm direito a serem diferentes daquilo que sonhamos para eles. Sim. Nós, os pais, temos a mania de sonhar para eles quando lhes devíamos perguntar quais são os sonhos que os movem.

 

Cá por casa o ninho está completo. Ora bem, temos a  filha do cabelo rosa acompanhada da amiga, a filha do meio, o filho mais velho, a cadela que entretanto teve uma gravidez psicológica, o gato, a gata, euzinha e o mais que tudo. Temos os sorrisos os entra e sais e a desorganização organizada muito presente em famílias numerosas.  Temos, sobretudo, muito amor para dar e receber. Sim, porque o mundo move-se entre o dar e o receber.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher, muito eu mesma!

 

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