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Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Ensina a amar num mundo que insiste em odiar.

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Há uns dias depois de um workshop de coaching parental uma mãe veio ter comigo e disse-me que não sabia se não seria egoísmo colocarmos crianças num mundo como este. Não será a primeira mãe nem a última a colocar esta questão, eu já a coloquei uma ou outra vez. Os acontecimentos diários perturbam-nos, as noticias trazem-nos revolta e a maldade humana faz-nos morrer por dentro. Percebermos que o ser humano é capaz das maiores atrocidades, faz-nos temer o pior, faz-nos viver na desconfiança e no medo quando o que era suposto era vivermos confiantes e no amor a nós e ao outro.

 

Para cada noticia que nos dá a volta ao estômago existe uma outra que nos faz sorrir, acreditar e pensar que vale a pena. Noticias que nos falam de pessoas boas, altruístas e de coração enorme.E quando falo de pessoas boas não me refiro à caridadezinha de cima para baixo. Falo sim do igual para igual. Daquele bom que não se acha superior mas que se consegue pôr no lugar do outro. Daquele que percebe que podia ser ele, ou eu ou mesmo tu.

 

Não te arrependas de trazeres filhos a este mundo. Educa-os com o coração. Ama-os. Dá-lhe abraços e atenção. Ensina-os a aceitar o outro na diferença. Sê um modelo de contribuição e vais ver que a pouco e pouco contribuis para um mundo melhor. Recusa-te a assobiar para o lado e manifesta-te mesmo que não seja contigo.

 

"Quando os nazis vieram buscar os comunistas,
eu fiquei em silêncio;
eu não era comunista.

Quando eles prenderam os sociais-democratas,
eu fiquei em silêncio;
eu não era um social-democrata.

Quando eles vieram buscar os sindicalistas,
eu não disse nada;
eu não era um sindicalista.

Quando eles buscaram os judeus,
eu fiquei em silêncio;
eu não era um judeu.

Quando eles me vieram buscar,
já não havia ninguém que pudesse protestar." Martim Niemoller

 

 

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