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Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Enjaulam-se sonhos e matam-se oportunidades.

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Gosto do que não é comum. Atraem-me sítios diferentes, saberes novos e posturas sui generis. Gosto especialmente daquelas pessoas que são tão mas tão interessantes que nem sabem que o são. Revejo-me na diferença do outro em contraste com a semelhança de todos. Defendo cada vez mais uma igualdade própria e uma individualidade assumida. Defendo isto em casa e na na minha profissão. Impossível ser feliz se nos limitarmos a ser seguidores. Impossível ser feliz se nos limitarmos a ser pouco de nós.

 

Enfadam-me os que tudo sabem, os que cheios de razões absolutas atropelam e devastam sonhos e planos. Sibilam dúvidas em quem tinha certezas e mordiscam dificuldades onde se preparavam vitórias. Desvirtuam-se sonhos e conspurcam-se as ideias. Na maioria dos casos afirmam que o fazem pelo bem dos outros e, acredito eu, deles próprios. Confundem-me os caçadores de sonhos. Aqueles que tomam como seu o sonho do outro. Colocam-nos em jaulas até os domesticar ou abatem-nos de tão perigosos que são! Enjaulam-se sonhos e matam-se oportunidades.

 

Matam-se tantos sonhos á nascença ou mesmo antes de nascerem. Os especialistas proliferam e como tal questionam. Questionam tudo e todos e muitas vezes não conseguimos responder. Porque sentir é diferente de racionalizar. Sentir é diferente de pensar! O mérito não está no certificado, no curso ou mesmo nas inúmeras formações que possamos fazer. O mérito, meus caros, está na congruência entre o que és, pensas, fazes e dizes. O mérito está no respeito pelo outro.

 

Cá por casa estamos em momento de grandes decisões pessoais e profissionais. As crias estão todas no ninho embora num vai e vem constante. Avô e mãe desempenham o papel de motorista na perfeição e não há nada que convença o filho mais velho a tirar a carta. A filha mais nova tem o cabelo cor-de-rosa mas já manifestou a vontade de pintar de roxo. As críticas, à mãe entenda-se, são uma constante. Aceitar o outro no todo é o meu lema. O candeeiro de uma das casas de banho estatelou-se no chão e conseguiu  não acertar em ninguém. Quem não ganhou para o susto foi a filha mais nova que estava justamente a tomar banho. Dona Diva está completamente instalada e continua às turras com o senhor skitty - nosso ilustre gato - .

 

Eu continuo assim muito mãe, muito mulher, muito eu mesma e muito mas muito feliz!

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