Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Assusta-nos que as máquinas tomem conta do homem

7012616-iron-man-robot.jpg

 

O mundo muda, a espécie evolui, e o que ontem era, hoje deixa de ser. Isto aplica-se, quer a conclusões científicas, quer a modos de vida. Resistimos à mudança e, por vezes, resistimos a ser quem somos, porque o mundo dita a regra. São modas, são apenas modas dirão uns. Eu acredito que sejam fruto da evolução de uma sociedade apressada, demasiado apressada.Procura-se a mudança e procura-se a diferença, correndo-se o risco de nos voltarmos a tornar todos iguais. Seguimos o todo, e esquecemo-nos de seguir o particular que tanto nos caracteriza. Estereotipamos, em nome de uma singularidade que pouco tem de singular. Aceitamos, sem aceitar, até porque temos dificuldade em aceitarmo-nos.

 

Estou farta da desumanização e da falta de emoção. Gosto de pessoas que choram, que se sentem tristes, que tem frustrações e que as assumem. Gosto dos que caem e se levantam, gosto dos que riem alto e dos que se assumem no erro.

 

Assusta-nos o futuro. Assusta-nos que as máquinas tomem conta do homem. Que a humanidade se perca entre porcas, parafusos e peças soldadas que ganhem vida e destruam o ser humano. Escrevem-se livros e rodam-se filmes que são sucesso de bilheteira sobre um mundo comandado por lata desumana mas inteligente.  Temos medo daquilo que o mundo se tornará e não percebemos aquilo em que o mundo se tornou. Tememos robots pensadores e não damos conta que já vivemos rodeados deles. Tememos robots quando o nosso pior inimigo somos nós mesmos. E enquanto continuamos acomodados no cantinho do nosso sossego permitimos, com o nosso silêncio e com a nossa passividade, que a desumanização aconteça.

 

O que também aconteceu  foi que a Easter voltou para casa após uns dias de internamento. Depois de ver a conta juntei-me ao grupo dos que defende que as despesas com os animais domésticos deviam fazer parte das despesas a declarar no IRS. Ainda em convalescença parece-me que a miúda desta já se safou. Safou-se da doença mas não se anda a safar do "bulling" que o gato lá de casa lhe anda a fazer, de vez enquanto lá vai ele de pata levantada dar-lhe uma palmada para a avisar que quem manda ali é ele. 

 

Eu? continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo muito eu mesma.

 

 

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D