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Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Banho de Alguidar

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O final do ano termina com o convite para fazer parte de 3 (três) projectos que não só me seduzem como me fazem todo o sentido mas também com a certeza de que há coisas que não quero levar comigo. Arregaçam-se as mangas, fazem-se escolhas e tomam-se decisões. Isto fica em 2014, aquele outro segue para 2015. Eu sei que devia ter feito isso a semana passada mas a preguiça veio de visita e eu convidei-a para ficar. Mala vazia do que não faz sentido e cheia de todas as coisas que me fazem vibrar.

 

O que não me fez vibrar foi o facto de hoje ter aquecido 553 jarros e 254 panelas de água para conseguir tomar banhito de alguidar. Afinal não era do gás foi o esquentador que decidiu ter mais um ataque de mau feitio e silenciar-se por uns tempos. Mas não pensem que se ficou por aqui depois de toda a minha trabalheira e enquanto lavo os dentes ele, o esquentador, decide acordar e enquanto sinto a água quente a correr aviso o mais que tudo. Ele, o mais que tudo, corre para a banheira e consegue usufruir do último banho do ano em condições. Rosno. Farto-me de rosnar quase como se o pobre do homem tivesse culpa da minha saga anterior e, nesse preciso momento lembro-me que aquilo não é nada bonito sou a gaja da motivação, da inspiração, da positividade e que tem sempre uma aprendizagem com tudo. Lembro-me que não é bonito mas também me lembro que sou humana afinal de contas é o sonho de toda a gente no ultimo dia do ano tomar banho de alguidar.

 

A descoberta de que os meus electrodomésticos têm um sentido de humor tão cáustico faz-me pensar que a sorte é que a filha do meio está de passagem de ano com os amigos, eu, o mais que tudo e a filha mais nova vamos para a casa de praia e que o filho mais velho pode sempre tomar banho na casa da namorada.

 

Segue-se para o remate de umas pontas soltas e mais tarde para a comemoração do final do ano mas eu volto, em 2015, mas volto.

 

 

Presságios Matinais

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Os meus dias começam cedo. Sou muito mais da manhã do que da noite e devo confessar que adoro estes momentos. Eu, o meu café e os meus gatos enquanto o resto do mundo dorme.  Gosto mesmo de estar na minha companhia e gosto mesmo de estar sozinha. Perdoem-me os restantes membros da família mas não é nada contra vocês mas sim tudo a meu favor. É nestes momentos que planeio o dia, traço projectos e tenho as melhores ideias do mundo.

 

A filha do meio ontem ligou-me de propósito a dizer que a avó, neste caso a minha mãe, tinha ligado a avisar que era necessário encomendar gás. Para que não se baralhem as vossas cabeças é importante referir que a minha mãe é a minha gestora de recursos tendo em conta que uma vez por semana está em minha casa e trata-me de todos esses pormenores. Eu sei, sou muito mimada mas faz parte do pacote de ser filha única.

 

Hoje o esquentador não dispara pergunto-me se será mais uma ataque de mau feitio dele ou então …  lembro-me que não encomendei o gás e sinto uma leve descompensação. Sim, Porque coach que é coach não descompensa na totalidade tem apenas uns leves momentos de irritação.  Olho para o mais que tudo que me diz que vai ter um ataque de nervos. Foca-te nas soluções, diz a minha mente. O filho mais velho refere com aquele ar calmo e sorrisinho para o gozão que teve sorte em ter conseguido tomar banho com água quente.  Uso o jarro eléctrico para aquecer água, estou uns 15 minutos á procura das tampas do bidé e do lavatório, “lavusco-me” (acabei de inventar mas gosto do som) e voilá fico despachada em menos de nada.

 

Eu sabia que ter o facebook ás 6.30 da manhã a perguntar-me se conheço o meu ex-marido e se o quero adicionar enquanto me mostra a foto dele não era um bom presságio.

 

Passa-se do mundo das letras para o mundo da acção até porque o senhor do gás não me atende o telefone e é preciso passar à prática, mas eu volto eu sei que volto.

A saga do arroz de pato

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O dia de ontem foi passado em pijama. Gosto. Gosto mesmo daqueles dias em que o pijama é o nosso traje de gala e o sofá o nosso lugar de destaque. O mundo fica mais bonito quando nos permitimos parar, observar e simplesmente estar. Perdoem-me os mais activos mas eu gosto tanto de me permitir parar e devorar o livro que tenho entre mãos.

 

Tenho a sensação que andei a comer arroz de pato desde o dia de Natal. Depois das festas a tia, que também é madrinha, mandou-me arroz de pato para um batalhão. O que até faz sentido tendo em conta que somos de facto um batalhão não fosse o filho ser vegan, a filha do meio estar a caminhar para vegetariana e o mais que tudo ter decidido fazer dieta. Valeu-me a filha mais nova que até arroz ao pequeno-almoço come, se necessário. Acabou-se o arroz de pato e os comentários do filho a perguntar “então, o cadáver do pato está bom? “.

 

O vai e vem do mais que tudo entre o supermercado e a cozinha fez-me perceber que fazer dieta, tal como tudo o resto, é muito mais que uma decisão e tem muito a ver com a acção e com a dedicação. Como fujo da cozinha a sete pés não posso deixar de lhe fazer uma vénia e admirar tamanha dedicação.  É tão mais fácil admirar os que fazem aquilo que eu não gosto de fazer.

 

E por falar em fazer, faço um ponto final na admiração uma vez que a preguiça dos últimos dias me “obriga” a muita acção nos próximos.

 

Já volto, eu sei que já volto.

Ossos do Ofício

Estarmos a desenvolver o nosso próprio negócio implica levantarmos-nos às 7.00 da manhã de um domingo com um sorriso nos lábios e uma lista enorme de “coisas a fazer”. Bom, para ser honesta não foi bem com um sorriso nos lábios e não me atrevo a repetir aquilo que me passou pela cabeça. Não posso, não me é permitido enquanto motivadora e inspiradora muito menos enquanto mãe ou defensora da moral e dos bons costumes. Há pensamentos que nem às paredes confesso mas que os tenho lá isso tenho.

 

Não confesso esses pensamentos mas posso confessar outros. Andava há uns meses curiosa para saber quem raio tinha reservado o nome do blog http://martaleal.blogs.sapo.pt/ porque eu queria-o para mim. Queria, queria mesmo. Para ser honesta cheguei mesmo a ficar chateada por outra pessoa ter reservado um nome de blog que eu queria para mim. Não fiz birra mas estive lá perto, muito perto. Ontem, finalmente dediquei-me a isto à séria e descobri que afinal tinha sido eu, há uns anos e nunca o usei. Ou o universo é mesmo engraçado ou eu tenho de começar a tomar comprimidos para a memória.

 

Menos que perfeita apela a um mundo mais real onde os sorrisos e as lágrimas vivam lado a lado. Vivenciar as emoções é uma necessidade e aceitá-las é a única forma de sermos o tal todo composto por tantas e tantas partes. Permitirmo-nos ser apenas isso. Mas atenção que esta é a minha verdade, apenas a minha verdade.

 

E agora permitam-me que me afasta das letras e me aproxime da motivação mas eu volto eu sei que volto.

EUzinha

Consultora de Planos de Desenvolvimento Pessoal (2

 

Cá por casa existe uma mãe, três filhos, dois gatos e uma cadela. As nossas histórias misturam-se muitas vezes com as histórias do ex, da namorada do filho, das enteadas, dos avós, dos tios, dos primos, dos amigos, do afilhado do Quénia e de todos aqueles que se vão cruzando connosco. 

 

Sou  coach, formadora, palestrante e motivadora. Enquanto coach desafio, apoio e capacito as pessoas a atingirem todo o seu potencial profissional e pessoal. Acredito que mais do que tentarmos ser perfeitos o segredo está em aceitarmos-nos na nossa imperfeição. 

 

Confundem-me os que gritam aos sete ventos e mais além que existem formulas mágicas para a felicidade, as concretizações e o sucesso. Acredito que todas as fórmulas mágicas devem ser adaptadas, trabalhadas e melhoradas com aquilo que todos temos de fantástico - o facto de sermos únicos.

 

Sou apaixonada pela vida, pelas pessoas, pela escrita e sobretudo pela minha família e apesar de alguns me chamarem louca acredito mesmo que posso  ajudar a fazer a diferença no mundo.

 

Marta Leal

 

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