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Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Marta Leal

... aventuras e desventuras de uma eterna apaixonada pela vida, pela familia e pela profissão que desempenha ... Sou terapeuta de desenvolvimento pessoal, sou escritora, inspiradora e formadora

Fazer acontecer!

 

 

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Quem me conhece sabe que sou muito de acção e de concretização. Sonhar para mim não basta. Nunca bastou. O que me preenche mesmo é agir e concretizar. Nos últimos anos a minha vida foi-se transformando quer pela evolução natural das coisas (os filhos cresceram), quer pela minha vontade de mudança de carreira e de caminho. Quando me perguntam como é que consegui chegar até aqui a resposta que me aparece imediatamente é "fazendo e acreditando"!

 

"Um homem encontrou um ovo de águia e o colocou debaixo da galinha que chocava seus ovos no quintal.

Nasceu uma aguiazinha com os pintos e com eles crescia normalmente.

Durante todo o tempo a águia fazia o mesmo que faziam os pintinhos, convencida de que era igual a eles.

Ciscava, ia ao chão buscando insetos e pipilava como fazem os pintos, e como eles, também batia as asas conseguindo voar um metro ou dois porque, afinal de contas, é só isso que um frango pode voar, não é verdade?

Passam anos e a águia ficou velha...

Certo dia, ela viu, riscando o espaço, num céu azul, uma ave majestosa, planando, no infinito, graciosa, levada, docemente, pelo vento sem nem sequer bater a asa dourada.

A águia do chão olhou-a com respeito e logo, perguntou ao seu amigo:

"Que tipo de ave é aquela que lá vai"?

"É uma águia! É rainha", diz-lhe o amigo, mas é bom não olhar muito para ela pois nós somos de raça diferente, simples frangos do chão e nada mais.

Daí por diante, então, a pobre da águia nunca mais pensou nisso, até morrer convencida de ser uma simples galinha."

Anthony de Mello

 

E tu? Vais limitar-te a ser galinha?

Sai do pedestral e mistura-te

 

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De vez enquanto quer o universo que eu me depare com situações que, de acordo com o meu mapa mundo, considero "surreais". Por vezes, permitimos que alguém nos coloque numa posição de "eu não acredito nisto". Acontece comigo e acredito que aconteça contigo. Muitas vezes somos colocados à prova e isso mexe connosco. Por muito que estejamos treinados, isso mexe connosco. Mexe connosco porque é desafiante vermos o mundo pelos olhos do outro, sentir como o outro sente, ver como o outro vê e refletir como o outro reflete.

 

Por muito que tente entender a invasão da privacidade do outro é algo que me confunde. Acredito que seja tudo uma questão de bom senso. Invadir o outro com comentários impróprios, perguntas despropositadas ou mesmo presença descontextualizada é falta de bom senso e, de respeito pelo que é do outro  e não nos pertence. Mesmo que aches que deves, tens razão e podes. 

 

Assim sugiro-te que antes de falares te questiones:

 

1) qual é a minha intenção ao dizer isto?

2) de que modo aquilo que eu vou dizer vai contribuir para a felicidade do outro?

3) de que modo aquilo que eu vou dizer vai contribuir para a minha felicidade?

4) a pessoa a quem eu vou dizer reconhece-me o direito de o fazer?

5) aquilo que eu vou dizer está focado onde? Em mim ou na pessoa que tenho à minha frente?

 

Está na hora de deixares de pensar que a tua realidade é a única que é certa. Está na hora de aceitares que existem mundos diferentes, realidades diferentes e posturas diferentes. Sai do pedestral e mistura-te. Aceita a diferença e permite mudar com ela!

 

 

Coaching Inspiracional

Marta Leal

 

 

 

Qual é a vaca que existe na tua vida?

 

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Por vezes agarramos-nos ao que temos mesmo que não estejamos confortáveis. Por vezes, ficamos-nos por uma relação que não nos serve, um emprego sem preenchimento e uma vida que não nos faz qualquer sentido. Temos medo do desconhecido e resignamos-nos ao que conhecemos. Mesmo que isso signifique ter menos do que sabemos merecer.

 

"Um sábio mestre e seu discípulo andavam pelo interior do país há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo para aquela noite. Ao chegarem ao casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele convidou-os a entrar e apresentou-lhes a sua esposa e os seus três filhos. Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era pouca até mesmo para apenas os quatro membros da família e ficou incomodado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como é que eles se sustentavam. Consegue ver àquela vaca lá fora? Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outros produtos na cidade. Ela é a nossa fonte de rendimento e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece.

 

O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio. Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram-se antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse: - Mestre, como podemos ajudar esta pobre família a sair dessa situação de miséria? O mestre disse: - Queres ajudar esta família? Pega na vaca deles e empurra-a pelo precipício abaixo. O discípulo espantado disse: - Mas a vaca é a única fonte de rendimento desta família, se a matarmos eles ficam mais miseráveis e morrem de fome! O mestre calmamente repetiu a ordem: - Pega na vaca e empurra-a para o precipício. O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e mandou a vaca precipício abaixo, matando-a.

 

 

Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorsos pelo que tinha feito, decidiu abandonar o mestre e foi visitar aquela família. Voltou ao lugarejo e viu de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que tinha sido construída no seu lugar. - De certeza que depois da morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram de vender o terreno a alguém com mais dinheiro, pensou o discípulo. Aproximou-se da casa e, quando entrou pelo portão, viu um criado e perguntou-lhe: - Sabe para onde foi à família que vivia no casebre que havia aqui? - Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins. – disse o criado, apontando para a frente da casa.

 

O discípulo caminhou na direção da casa e pôde ver um senhor altivo, a brincar com três jovens bonitos e uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera uns anos antes. Quando o senhor viu o discípulo, reconheceu imediatamente e convidou-o a entrar em casa. O discípulo quis saber como é que tudo tinha mudado tanto desde a última vez que os viu. O dono da casa disse-lhe: - Depois daquela noite que vocês estiveram aqui a nossa vaquinha caiu no precipício e morreu. Como deixámos de ter a nossa fonte de rendimento e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas para sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer. E continuou: - Perder aquela vaquinha foi horrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação em que estávamos. Por vezes é necessário perder para ganhar mais à frente e foi só nesse momento que o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre lhe tinha dito para fazer." Autor desconhecido

 

E tu? Qual é a vaca que existe na tua vida?

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

Quando os filhos crescem a saudade deve dar lugar à recordação

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Cá por casa entrámos na nova dinâmica. A filha mais nova virou filha única, pelo menos durante a semana. Horários e tarefas passaram a ser divididos por duas e o silêncio impera de um modo sereno e ao mesmo tempo assustador.  Se prestar bem atenção e me concentrar ainda consigo ouvir todos os sons que faziam parte de nós fossem as gritarias entre manos, a presença diária dos avós, as entradas e saídas para escolas e atividades, os amigos, os namorados, as canções à hora de jantar e tudo o resto que nos caracteriza tanto! Somos diferentes, somos pouco convencionais no modo como nos relacionamos e menos convencionais no modo como nos apoiamos. A verdade é que saia quem sair a porta fecha-se sempre com um "love u mãe". 

 

Trabalho diariamente com mães e pais que me apresentam este mesmo cenário. Diariamente a recusa em perceberem que são muito mais que mães ou pais  é uma realidade. É importante percebermos que se fecham uns ciclos e abrem-se outros. Faz parte de uma vida que merece ser honrada e vivida. E é importante despedirmos-nos dos que se fecham e dar as boas vindas aos que se abrem. Despedirmos-nos com um sorriso no rosto e muito amor no coração. A saudade deve dar lugar à recordação. Uma recordação onde impere a certeza de que foi tudo feito de modo certo com o conhecimento que existia na altura. Uma recordação daqueles momentos que nos aqueceram a alma e nos fizeram pensar que sempre estivemos no sitio certo a fazer o que fazia sentido. Soltar. A palavra de ordem deve ser soltar o passado para viver o presente. De nada te vai adiantar viver um presente onde lamentes o que não fizeste no passado.

 

E agora perante o novo ciclo pensa em tudo o que gostarias de ter feito para ti. Larga o teu papel de mãe/pai e procura quem realmente és.  Eis um conjunto de perguntas que te podem ajudar nesta nova fase de vida:

 

  • Quais são os teus recursos internos?
  • Quem é o teu grupo de influência? Quais são as pessoas que vivem à tua volta?
  • Quem eras quando eras mais nov@?
  • Quais as tuas vitórias?
  • Onde te destacaste?
  • O que sabias fazer bem e deixaste de fazer?

 

Está na hora de deixar a saudade dar lugar à recordação, de seguir em frente e quem sabe de realizar aquele sonho que ficou esquecido na gaveta. Crie novas estratégias, faça coisas novas, mude de visual, mude o guarda-roupa, ria muito e lembre-se de quem um dia sonhou ser.

 

Coaching Inspiracional

Marta Leal

 

 

 

Como é que funcionas com os teus sonhos?

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Sou uma mulher de sonhos e sou uma mulher de concretizações. Gosto de pessoas que sonham e que concretizam. Gosto daqueles que sabem que o limite é apenas aquele que eles se impõe a eles mesmos. Gosto dos que se atrevem a sonhar, dos que caem e se levantam, dos que perante a adversidade procuram soluções e dos que tem tendência a não se render. Admiro os que por entre lágrimas, dor e desespero ainda sorriem enquanto balbuciam "vai correr tudo bem!".

 

Como é que funcionas com os teus sonhos? Queres e vais á procura de soluções ou impedes-te de o fazer com medo de falhar? És do que desiste pelo que os outros dizem ou se sabes o que queres não há nada nem ninguém que te impeça de avançar?

 

Estás rodeado dos que te alimentam os sonhos ou dos que te querem impedir de sonhar?

 

Aqueles que te alimentam os sonhos são pessoas altamente motivadas e inspiradas, são pessoas que se mantém positivas face a obstáculos e que tomam a decisão de se responsabilizar pelos seus actos. São aqueles que perante o teu sonho te ajudam na procura de soluções.

 

Aqueles que te impedem de sonhar são os que espalham a incerteza, os que te desanimam perante as adversidades, os que fazem o papel de vitima e os que ficam presos ao passado. Os que te impedem de sonhar são aqueles que perante o teu sonho te vão falar de todos os obstáculos que vais ter de enfrentar. Os que vão espalhar o medo tal e qual se espalha veneno.

 

Mas tu no fundo sabes que o que eles dizem não interessa nada. Tu no fundo sabes que se te alinhares a quem és nada nem ninguém te vai poder parar.

 

E então? Qual é a desculpa que tens usado para não te permitires voar?

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

 

5 Perguntas que deves fazer para encontrares o teu verdadeiro caminho

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Nascemos, crescemos e vamos sendo direccionados pelos sonhos, pelos pais, pelos que nos rodeiam, pelo que ouvimos e pelo que vimos. Assimilamos palavras, conceitos, experiências, ideias e fazemos escolhas com base nisso. Por vezes, esquecemos quem somos a favor daquilo que acreditamos ser o melhor para nós.

 

Fazemos o caminho cheios de expectativas e vontades. Fazemos o caminho e acreditamos que vai ser tudo excelente ou se formos do tipo mais pessimista que vai ser tudo péssimo. A verdade é que o caminho vai ser um oscilar entre o bom e o mau,  entre momentos de loucura e momentos de sanidade, entre momentos de avanço e momentos de recuo, entre momentos de prazer e de dor e entre momentos de certezas e momentos de incertezas. Vão existir situações em que vais querer desistir e situações em que não desistirias por nada deste mundo.

 

Mas existe aquele momento em que chegaste aquela idade onde concretizaste o que te propuseste e não te sentes como achavas que te ias sentir. Percebes que há algo que te impede de te sentires preenchido, feliz ou mesmo realizado.  Pode acontecer que tenhas consciência daquilo que gostarias realmente de fazer e pode acontecer que não faças a mínima ideia.

 

Deixo-te algumas perguntas sobre as quais acredito ser importante que reflictas:

 

  1. Quem sou eu?
  2. Qual é a coisa mais importante na minha vida?
  3. O que é que eu tanto gosto de fazer que me faz perder a noção de tempo?
  4. Qual o legado que eu gostaria de deixar no mundo?
  5. O que é que eu faria se tivesse apenas 6 meses de vida?

 

Responder a estas perguntas direcciona-te para quem és e para aquilo que te faz sentido a ti. Mesmo que não acredites começa. Experimenta e permite-te sair daquela zona onde te sentes tão protegido.

 

Procura-te naquilo que sabes que és!

 

Marta Leal

Coaching Inspiracional

 

Em Setembro!

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Setembro tem um efeito mágico em mim. Sou, definitivamente, uma pessoa de dias frescos, cheiros de terra molhada ou mesmo de castanha assada. Gosto tanto do cheiro a orvalho, das cores que recebem o outono e de todo o recolhimento que lhe está associado. Gosto de um sol mais distante, de um calor mais ameno e de umas cores menos fortes. Gosto da organização do tempo, da vida e das vontades que Setembro começa a exigir. Sinto-me de regresso a casa neste mês de Setembro!

 

Falo de casa e lembro-me do quanto é importante sentirmos-nos em casa. Do quanto é importante sentirmos que o nosso ninho não só faz parte de nós como deve ser um prolongamento de nós. Sabes? Não interessa se aquilo que gostas, se aquilo que te faz sentir bem ou mesmo se aquilo que te preenche não faz sentido aos outros. O que interessa é que te faça sentido a ti.

 

Com Setembro entram novos projetos, novas parcerias e novas vontades. Vamos aliar o coaching à dança, ás viagens, á rádio, ao livro e ao crescimento individual de cada vez mais pessoas. Cá por casa os filhos estão a voar para fora do ninho e é com grande satisfação que os vejo fazer isso. Fica a sensação de trabalho feito e de vontades partilhadas. Não terei acertado em tudo nem tão pouco era suposto fazer isso. Não terei conseguido estar em todas as ocasiões, chegar a todo o lado ou mesmo compreender todas as suas frustrações, comportamentos e atitudes. O que sei é que todas as minhas decisões pessoais tiveram sempre como objetivo o bem estar e a dinâmica familiares. Porque cá por casa a mãe sabe que quando se decide ser mãe é para a toda a vida.

 

Coaching Inspiracional!

Marta Leal

Ouve o teu sentir, a tua essência, a tua alma.

Existem coisas que ainda me confundem. Em especial quando ando mais distraída de mim. Quando me foco tanto nos resultados que me esqueço de me ouvir. E muitas vezes o que me confunde está justamente entre o querer, dever e o sentir. Já alguma vez vos aconteceu querer uma coisa, achar que devemos e sentir que não é o certo? E isto aplica-se não só a objectos mas também a pessoas, vontades e atitudes. Queremos muito e no entanto sentimos desconforto nesse querer. Mesmo quando todos os obstáculos são retirados do caminho o desconforto mantém-se  e a dúvida persiste!

 

Nesses momentos o mais certo é ouvires-te. Mas quando falo de ouvir não me refiro a que ouças o teu pensamento. Refiro-me, sim, a ouvir o teu sentir, a tua essência, a tua alma. Porque é apenas quando te ouves a ti que as respostas "certas" surgem! Depois, aceita e assume a tua decisão. Mesmo que de um ponto de vista racional não te faça sentido, aceita!

 

Coaching Inspiracional

Marta leal

 

Fomos educados para aplaudir o sucesso e repudiar a falha.

 

 Sabem quando tropeçamos e começamos a descer as escadas mais rápido do que queriamos? Foi exatamente isso que me aconteceu domingo à noite: espalhei-me! Não ao comprido porque havia muita gente que me amparou na queda mas quase ao comprido. A conclusão a que chego é que me espalho sempre de saltos rasos e que sou desengonçada a andar com um certo tipo de sandálias. As calças ficaram um bocadinho mais rotas e o joelho esfolado a verdade é que sou um osso duro de roer ou melhor escrevendo um esqueleto duro de se partir.

 

Por vezes também tropeçamos e nos espalhamos na vida. Espalhamos-nos nas decisões que tomamos, na forma como lidamos com o outro, nas escolhas que não fazemos, nas pessoas que escolhemos ter ao nosso lado e outro sem número de coisas. Os tropeços e as quedas fazem parte da vida daqueles que se atrevem a viver. Só não cai quem fica parado. Tropeçar e cair não é motivo de vergonha mas sim de aprendizagem. Precisamos cada vez mais de entender que o erro não está nos que caem mas sim naqueles que permanecem parados.

 

Fomos educados para aplaudir o sucesso e repudiar a falha. O que ninguem nos ensinou é que um faz parte do outro. E que não somos menos por errar nem mais por acertar. Somos os mesmos perante situações diferentes. Tropeçar e cair não tem mal nenhum. O unico mal reside no facto de te manteres no chão durante tempo indeterminado. 

 

A queda faz parte da ascensão, sabias?

 

Coaching Inspiracional

Marta Leal

O modo como és feliz só a ti te diz respeito, sabias?

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Cá por casa, os meus dias começam sempre com o miar e ladrar dos quatro patas. Existem os que querem comer e os que querem atenção. Existem os que pedem atenção e o que se limita a olhar de modo sobranceiro à espera que me dirija a ele, não fosse o ronronar e iria ficar na duvida daquilo que ele poderia ou não querer. Tenho de confessar que a convivência entre cadela e gatos nem sempre é pacifica. Também tenho de confessar que a convivência entre mim e os xixis que, de vez em quando D. Diva insiste em espalhar pela casa, também não. Mas faz parte. Todas as decisões têm uma consequência e quando se decide adoptar, na minha humilde opinião, é para a vida. 

 

A maioria de nós vive uma busca incessante pela felicidade. Procuramos a felicidade na pessoa que amamos, na carreira que pretendemos ter, na casa que queremos adquirir, no país que queremos visitar  ou mesmo na cidade onde queremos morar.  Ansiamos pelos grandes momentos e deixamos escapar o pormenor.  E, como todos sabemos, é no pormenor que reside a diferença. Permitirmos que a vida nos passe ao lado em busca de uma felicidade ilusória.

 

Ser feliz não está directamente relacionado com o modo como expressas a felicidade. É importante entenderes que cada um de nós expressa a felicidade do modo como a sente. Existem os que pulam e gritam, os que ligam a toda a gente, os que postam nas redes sociais, os que rejubilam e saem com os amigos e depois existem aqueles que a vivem em silêncio. O modo como vives a felicidade é o teu modo. Não insistas em compares-te ou em olhar para os outros. E achamos que não somos felizes porque criamos expectativa sobre o que é a felicidade e a forma como uma pessoa feliz se comporta. O modo como és feliz só a ti te diz respeito, sabias?

 

 

Coaching Inspiracional 

Marta Leal

 

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